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Alerta do Senador Bilbo

"Se nossos edifícios, nossas rodovias e nossas estradas fossem arruinadas, nós poderíamos reconstruí-las. Se nossas cidades fossem destruídas, das próprias ruínas poderíamos reerguer outras, novas e melhores. Mesmo se nosso poder militar fosse esmagado, nós poderíamos gerar filhos que iriam um dia retomar nosso poder. Mas se o sangue de nossa raça branca se tornar corrompido e misturado com o sangue da África, então a atual grandeza dos Estados Unidos da América seria destruída e toda esperança pela civilização seria impossível para uma América negróide assim como seria a retomada e restauração do sangue do homem branco, uma vez tendo sido ele misturado com o do negro”.
(Senador Theodore G. Bilbo, do Mississippi, em 1947)

Nas páginas deste panfleto se encontram 100 fatos, a vasta maioria deles podendo ser facilmente verificada em um conjunto de enciclopédias, almanaques, textos de psicologia, e outros materiais de referência comumente achados em qualquer biblioteca públicos.

A MENTIRA

Inteligentemente escondida dentro desses cem fatos, para incentivar a leitura, está escondida uma mentira. Não é uma mentira vinda de um erro estatístico ou de um erro gramatical, mas uma falsidade ridícula, que é tão absurda a ponto de chocar o leitor como um insulto à inteligência humana, e ao mesmo tempo tão mortalmente maligna que se permitíssemos que ela ficasse sem resposta seu custo final seria incalculável. Eu sinceramente declaro que minhas motivações não são de insultos ou de ódio, mas de profundo amor pela humanidade e verdadeira preocupação pelas suas gerações futuras. Meu propósito não é enganar, mas sim esclarecer, e espero que este trabalho o ajude a refletir e re-examinar seus pontos de vista sobre raça.

FATO Nº 1: A raça branca atravessou oceanos, navegou rios, escalou montanhas, cultivou desertos e colonizou os mais improdutivos campos gelados. Ela foi a responsável pela invenção da prensa de impressão, distribuição da eletricidade, vôos, foguetes, astronomia, o telescópio, viagens espaciais, armas de fogo, o transistor, o rádio, a televisão, o telefone, a lâmpada elétrica, a fotografia, o cinema, o fonógrafo, a bateria elétrica, os automóveis, as máquinas à vapor, o transporte rodoviário, o microscópio, os computadores, e milhões de outros milagres tecnológicos. Ela descobriu inumeráveis avanços médicos, incríveis aplicações, progressos científicos, etc. Seus membros incluíram nomes como Sócrates, Aristóteles, Platão, Homero, Tácito, Júlio César, Napoleão, William o Conquistador, Marco Polo, Washington, Jefferson, Hitler, Bach, Beethoven, Mozart, Magalhães, Colombo, Cabot, Thomas Edison, Graham Bell, Pasteur, Leeuwenhoek, Mendel, Darwin, Newton, Galileu, Watt, Ford, Lutero, Da Vinci, Poe, Tennyson e milhares e milhares de outros notáveis indivíduos. (37) (39)

FATO Nº 2: Através de 6000 anos de história registrada, o negro africano não inventou nada. Nem uma língua escrita, roupas tecidas, um calendário, um arado, uma estrada, uma ponte, uma ferrovia, um navio, um sistema de medidas, ou sequer a roda. (Nota: isto se refere ao negro puro). Ele sequer cultivou uma simples colheita ou domesticou um único animal para seu próprio uso (apesar de muitos animais fortes e dóceis existirem em quantidade ao seu redor). Seu único meio de transporte de bens era o alto de sua cabeça dura e encarapinhada. Para abrigar-se, ele nunca progrediu além da choça de lama, uma construção que um castor ou lontra é também capaz de realizar. (21) (39)

INTELIGÊNCIA

FATO Nº3: O Q.I. dos negros norte-americanos está entre 15 e 29 pontos, em média, abaixo do Q.I. dos brancos norte-americanos. (26) (16) (18) (22)

FATO Nº4: Estas diferenças Negras/Brancas têm sido demonstradas repetidamente por todos os testes já realizados, por cada departamento militar dos Estados Unidos, cada estado, cada município e cada escola, pelo Departamento de Educação Norte-Americano, etc. A mesma taxa de diferença tem se mantida verdadeira por mais de 40 anos. (18) (26) (24)

FATO Nº5: Com uma média de Q.I. de 85, somente 16% dos negros chegam a pontuar 100, enquanto que metade da população branca consegue. A sobreposição negra da média de Q.I. branca varia de 10 a 25 por cento -- a igualdade requer 50 por cento. (31) (27) (16)

FATO Nº 6: Negros são 6 vezes mais prováveis de ter um Q.I. entre 50 e 70, o que coloca-os na categoria de aprendizagem lenta (retardados), enquanto brancos são dez vezes mais prováveis de pontuarem 130 ou mais. (15) (16) (18) (23)

FATO Nº 7: O exame do governo Norte-Americano "PACE" (Marcha), procedido em 100.000 graduados universitários que se candidatam a empregos profissionais ou administrativos no serviço civil todos os anos, consegue ser realizado com uma pontuação de 70 ou acima por 58% dos brancos que o realizam, mas somente por 12% dos negros. Entre aqueles que obtém maior pontuação, a diferença entre negros e brancos é ainda mais chocante: 16% dos candidatos brancos pontuam 90 ou acima, enquanto somente um quinto de um por cento (0,20%) dos candidatos negros pontuam 90 ou acima -- uma diferença de 80 para 1 de sucesso branco/negro. (27)

FATO Nº 8: As diferenças entre crianças negras e brancas aumentam com a idade cronológica, sendo que o vão em performance atinge o maior tamanho no período do colegial e na faculdade. (31) (26)

FATO Nº 9: As diferenças em Q.I. entre brancos e negros são constantemente desculpadas como resultado de variações ambientais, mas no mínimo cinco estudos que tentaram equacionar históricos sócio-econômicos das duas raças indicaram nenhuma mudança significativa nos resultados relativos. À medida que o ambiente melhora, os resultados dos negros também melhoram, mas também melhoram os resultados dos brancos. O vão não é diminuído (26). De fato, vastas pesquisas pelo Dr. G.J. McGurk, professor associado da Universidade de Psicologia de Villanove, revelam que o vão de inteligência entre negros e brancos AUMENTA onde os níveis sócio-econômicos de ambas as raças são elevados para à classe média. (18)

FATO Nº 10: Em 1915, o Dr. G.W. Ferguson selecionou 1000 crianças estudantes na Virgínia, dividiu-as em 5 categorias raciais, e testou-as com relação às suas aptidões mentais. Em média, negros puros-sangues pontuaram 69,2% tão alto quanto brancos. Crianças três quartos negras pontuaram 73,0% tão alto quanto os brancos. Crianças metade negras pontuaram 81,2% tão alto quanto os brancos. Crianças um quarto negras pontuaram 91,8% da pontuação média branca. Todos esses negros viviam e eram considerados por si próprios como "negros". Seus ambientes e "vantagens" ou desvantagens eram exatamente os mesmos. (14). Também ver (26), pág. 452.

FATO Nº 11: Resultados do teste Beta do Exército Norte-Americano ministrado a mais de 386.000 soldados analfabetos na Primeira Guerra Mundial mostraram que os candidatos negros eram “inferiores aos brancos em todos os tipos de testes usados no Exército”. Adicionalmente, testes foram conduzidos em negros puros, mulatos e quadroons (um quarto negro). Foi descoberto que “os grupos mais claros obtinham as melhores pontuações”. (14)

FATO Nº 12: Estudos conduzidos com gêmeos idênticos criados separados em ambientes radicalmente fornecem evidências conclusivas de que a influência geral da hereditariedade ultrapassa a do ambiente em uma proporção de 3 para 1. (41)

FATO Nº 13: Mesmo quando negros e brancos têm os mesmos antecedentes, em termos de renda familiar e vantagens durante a infância, os negros ainda assim têm pontuações médias de Q.I. de 12 a 15 pontos abaixo dos brancos comparados. Isto inclui casos onde crianças negras foram adotadas por pais brancos. Seus Q.I.s podem ser melhorados pelo ambiente, mas eles ainda são bem mais próximos dos Q.I.s dos seus pais biológicos do que de seus pais adotivos. (3) (15) (26)

FATO Nº 14: Ideólogos igualitários freqüentemente desprezam os resultados de testes de Q.I. com a desculpa de que eles seriam culturalmente tendenciosos. No entanto, NINGUÉM, nem a NAACP ou o Fundo Universitário dos Negros Unidos (United Negro College Fund), nem a NEA foi capaz de desenvolver um teste de inteligência que mostrasse negros e brancos pontuando igualmente. (15) (42) (3)

FATO Nº 15: Índios norte-americanos, que freqüentemente vivem em condições muito piores do que os negros norte- americanos durante suas vidas inteiras, ainda assim consistentemente pontuam acima deles nos testes de Q.I. (3) (27)

FATO Nº 16: Os descendentes de casamentos inter-raciais tendem a ter Q.I.s menores do que o do genitor (pai ou mãe) branco. (11) (26)

O CÉREBRO DO NEGRO

FATO Nº 17: Numerosos estudos foram feitos comparando os pesos dos cérebros branco e negro, com resultados que chegam a um número entre 8 e 12 por cento a menos em peso para o cérebro negro. Tais estudos foram conduzidos por Bean, Pearl, Vint, Tilney, Gordon, Todd, e outros. (23) (27)

FATO Nº 18: Acrescentando à diferença em peso cerebral, o cérebro negro cresce menos depois da puberdade do que o cérebro branco. Apesar de que o cérebro do negro e seu sistema nervoso atingem a maturidade mais rapidamente do que o do branco, seu desenvolvimento pára numa idade anterior, o que limita avanços intelectuais posteriores. (22) (27)

FATO Nº 19: A espessura da camada supragranular (a camada externa) do cérebro do negro é cerca de 15 por cento mais fina, e suas circunvoluções são em menor número e mais simples, em média do que as do cérebro branco. (9)

FATO Nº 20: Os lobos frontais do cérebro do negro responsáveis pelo raciocínio conceptual abstrato são menores relativos ao tamanho cerebral, com menos fissuras e menos complexos do que os do cérebro branco. (9) (27) (23) (22)

ANTROPOLOGIA

FATO Nº 21: O nome Homo Sapiens foi primeiramente usado pelo botânico sueco Carolus Linnaeus, no século 18. A palavra “sapiens” significa “sábio”. O nome foi originalmente usado para se referir ao homem branco e ser sinônimo de “europaeus” (europeu). Como resultado, muitos taxonomistas e geneticistas acreditavam que os negros e outras raças deveriam ser classificados como espécies diferentes. De fato, Darwin declarou no livro “The Descent of Man” que as variedades da humanidade eram tão diferentes entre si que diferenças similares achadas em qualquer outro animal garantiriam a sua classificação em diferentes espécies, se não até mesmo em diferentes gêneros. (39)

FATO Nº 22: Para seu monumental trabalho, A Origem das Raças, o Professor Carleton Coon, presidente da Associação Norte-Americana de Antropólogos Físicos e um dos maiores geneticistas mundialmente, coletou maciças evidências da geografia, anatomia, genética, fisiologia, dentição comparativa, lingüística, arqueologia e registros fósseis de mais de 300 sítios arqueológicos de ossos para verificar sua teoria do surgimento das diferenças raciais anteriores ao Homo sapiens. Em outras palavras, o Homo erectus era dividido em raças antes mesmo da evolução para o estágio de Homo sapiens. (12)

FATO Nº 23: De acordo com o Dr. Coon, enquanto as sub-espécies caucasóides (a raça branca) estava evoluindo na Europa, a raça negra estava estagnada no plano evolucionário e está hoje a mais de 200.000 anos atrasada em relação ao europeu com relação ao desenvolvimento craniano e cerebral.(9)

FATO Nº 24: O crânio negro, além de ter um volume cerebral menor e ossos mais espessos do que o do branco, é prognata; isto é, a parte inferior da face é projetada para frente, de forma semelhante ao focinho de um animal. Como conseqüência, a mandíbula do negro é substancialmente mais longa, relativa a sua largura, do que a mandíbula branca. Uma característica da mandíbula rebaixada do negro é a retenção de um vestígio da “placa símia”, uma região óssea logo atrás dos dentes incisivos. A placa símia é uma característica distinta dos macacos, e é ausente nos brancos. (9) (12) (39)

FATO N º25: A pele do negro é mais grossa e possivelmente superior a do branco no aspecto que ela impede melhor a penetração de germes e na sua proteção contra os raios ultravioletas do sol. (39) (14)

FATO Nº 26: A cor escura do negro é devido ao pigmento melanina, que está espalhado em todas as camadas da pele, e é encontrado até mesmo nos músculos e no cérebro. (9) (27)

FATO Nº 27: Um dentista africano pode distinguir um dente de um negro de um dente de um branco numa olhada. (14)

FATO Nº 28: Negros têm braços mais longos, relativos à altura do corpo, do que brancos. Esta característica, junto com seus ossos cranianos muito mais grossos, dá aos atletas negros uma vantagem sobre os brancos no boxe. As peculiaridades esqueléticas e musculares dos membros inferiores dos negros lhes deram considerável sucesso como corredores de curta distância, mas deixaram-os relativamente indistintos quanto a corridas de longa distância. (39) (27)

FATO Nº 29: DIFERENÇAS ADICIONAIS

O cabelo é negro, crespo e encarapinhado, sendo que sua estrutura como fio é chata e elíptica, sem um canal central ou duto, como o cabelo dos brancos europeus..

O nariz é grosso, largo e achatado, freqüentemente com as narinas viradas para fora, expondo a parte vermelha interior do nariz, de forma similar a de um macaco.

Os braços e pernas do negro são relativamente mais longos que os dos europeus. O úmero (osso do braço) é um pouco mais curto, e o antebraço é mais longo, portanto aproximando-se da forma simiesca. Os olhos são proeminentes, a íris é negra e as órbitas são maiores. Os olhos freqüentemente têm uma esclerótica amarelada, como a de um gorila. O negro tem um tronco mais curto, e o corte transversal (perfil) do peito é mais arredondado do que nos brancos. A pélvis é mais estreita e longa como num macaco.

A boca é larga, com lábios muito grossos, grandes e projetados para frente. A pele negra tem uma grossa camada superficial calosa que resiste ao atrito e impede a penetração de germes.

O negro tem um pescoço maior e mais curto, como o dos antropóides.

As suturas cranianas são mais simples do que as dos brancos e se fecham mais cedo.

As orelhas são arredondadas, relativamente pequenas, ficando mais para cima e destacadas, aproximando-se, portanto, da forma simiesca.

O negro é mais fortemente desenvolvido da pélvis para baixo, e o branco mais desenvolvido no tronco e peito.

A mandíbula do negro é maior e mais forte, e se projeta para frente, junto com uma testa mais baixa e retraída, projetada para trás, resultando num ângulo facial entre 68 e 70 graus, oposto a um ângulo facial de 80 a 82 graus para os europeus.

As mãos e dedos são proporcionalmente mais estreitos e longos. Os pulsos e tornozelos são mais curtos e mais robustos.

Os ossos frontais e parietais do crânio são menos escavados e menos espaçosos. O crânio é mais grosso, especialmente dos lados.

O cérebro do negro em média é 9 a 20% menor do que o dos brancos.

Os dentes são maiores e mais largos entre si do que na raça branca.

As três curvaturas da coluna vertebral são menos pronunciadas no negro do que no branco e, portanto mais próximas das características de um macaco.

O fêmur do negro é menos oblíquo, a tíbia (osso da canela) é mais curvo e torcido para frente, a panturrilha da perna é mais alta, porém menos desenvolvida.

O calcanhar é largo e saliente, o pé é longo e largo, mas pouco arcado, causando pé chato, e o dedo maior é menor do que no branco.

Os dois ossos apropriados para o nariz são ocasionalmente unidos, como nos macacos.

FATO Nº 30: Estudos de grupos sanguíneos feitos durante a Segunda Guerra Mundial sugerem que o pool genético do negro norte-americano é cerca de 28% branco. Isto apesar de todos os tipos de discriminação institucional, segregação social, etc. Mantenha em mente que os resultados de testes com verdadeiros negros africanos iriam mostrar diferenças ainda maiores dos brancos. (32) (14)

CRIME

FATO Nº 31: A taxa na qual negros cometem assassinato é treze vezes maior do que a dos brancos; Estupro e agressões, dez vezes. Estes números, vindos de relatórios do F.B.I., variam de ano para ano, mas claramente mostram a tendência da década passada. (27) (6) (13)

FATO Nº 32: De acordo com o departamento de justiça, 1em cada 4 homens negros entre 20 e 29 anos está atualmente na prisão, em sursis (suspensão condicional de uma sentença) ou condicional. (32) (6) (3)

FATO Nº 33: Apesar de serem somente 13% da população dos Estados Unidos, os negros cometem mais de metade dos estupros e roubos, e 60% de todos os assassinatos nos Estados Unidos. (32) (27) (6)

FATO Nº 34: Aproximadamente 50% de todos os homens negros serão presos e acusados de um crime grave durante seus períodos de vida. (27)

FATO Nº 35: Um negro é 56 VEZES mais provável de atacar uma pessoa branca do que o inverso. (3) (32)

FATO Nº 36: Estupradores negros escolhem vítimas brancas mais da metade das vezes (54,9%), 30 vezes mais do que brancos escolhem vítimas negras. (2) (32) (28)

FATO Nº 37: O relatório anual do Departamento de Justiça mostra que quando brancos cometem violência eles a fazem contra negros 2,4% das vezes. Negros, por outro lado, escolhem vítimas brancas MAIS DA METADE das vezes. (3)

FATO Nº 38: Em Nova York, qualquer branco tem MAIS DE 300 VEZES MAIS CHANCE de ser agredido por uma gangue de negros do que um negro ser agredido por uma gangue de brancos. (32)

FATO Nº 39: Muita gente argumenta que as altas taxas de encarceramento negro mostra que a polícia centra seus esforços em crimes negros e ignora crimes do colarinho branco. No entanto, negros cometem também um número desproporcional de crimes do colarinho branco. Em 1990, negros eram 3 vezes mais prováveis de serem presos por fraude, falsificação, e desfalques do que brancos. (32) (6)

FATO Nº 40: Muita gente acredita que o crime é produto da pobreza e da falta de “oportunidades”. No entanto, o distrito de Colúmbia, que possui as maiores médias de salários anuais e está em segundo lugar apenas atrás do Alasca em renda pessoal per capita, lidera a nação em todas as categorias de crime, incluindo assassinato, roubo, lesões corporais e roubo de veículos. O Distrito de Colúmbia (Washington, capital dos Estados Unidos) também tem o mais estrito controle de armas, o maior custo policial per capita, as maiores proporções de policiais e oficiais corretores por cidadão e a maior taxa de encarceramento. Sua população permanente é 80% negra. A Virginia Ocidental (West Virginia), que tem a menor taxa de crimes do país, sofre de pobreza crônica e possui a mais alta taxa de desemprego nos Estados Unidos. Ela também tem a menor proporção de policiais per capita. A Virgínia Ocidental é mais de 96% branca. (33)

A FAMÍLIA NEGRA

FATO 41: 46% dos negros urbanos entre idades de 16 e 62 anos está desempregada. (27)

FATO 42: Mais de 66% dos filhos dos negros são nascidos fora do casamento. Per capita, a taxa de filhos ilegítimos deles é dez vezes superior a dos brancos. (32) (27)

FATO 43: Negros são 4,5 vezes mais prováveis do que brancos de viverem do seguro social. (32)

FATO 44: Mais de 35% de todos os homens negros nas cidades norte-americanas são viciados em drogas ou em álcool. (27)

BELEZA

FATO Nº 45: Na edição de janeiro de 1986 do Jornal de Estudos Étnicos e Raciais, "Preferência de cor de pele, dimorfismo sexual e seleção sexual: um caso de co-evolução genético-cultural?", por Peter Frost e Pierre Van der Herghe, constatou que em qualquer raça, as mulheres tendem a ter a pele mais clara que o homem. Usando arquivos etnográficos padrões de 51 sociedades nos 5 continentes nos quais foram registrados suas preferências pela cor da pele humana, o estudo encontrou que 30 preferiam mulheres mais claras, e 14 preferiam homens mais claros. As culturas da Índia, China, Brasil e Bali, assim como os árabes e os negros, consideram as mulheres mais brancas como as mais bonitas (perpetuando o atrativo estético da pele de marfim, bochechas rosadas, olhos azuis e cabelos louros do "ideal nórdico" de beleza feminina) mesmo quando eles não possuem a capacidade genética de reproduzir tal organismo. Com o passar do tempo, o estudo disse, as classes superiores de todas as raças têm se tornado mais claras de pele do que o resto de seus compatriotas, porque a elite tem escolhido repetidamente as mulheres mais claras das classes mais baixas para procriar. (ver também Nº 11)

FATO Nº 46: Uma pesquisa científica sobre o que constitui a beleza humana, na qual 300 juízes de variadas origens foram apresentados a retratos fotográficos e perguntados ao grau de beleza da face do indivíduo revelou que brancos nórdicos são universalmente reconhecidos como os humanos mais atraentes, até mesmo pelos negros. Os juízes foram instruídos a avaliar as faces somente de acordo com seus “critérios e padrões pessoais de beleza, e não considerar normas populares”. Os resultados do estudo “Idade, sexo, raça, e a percepção da beleza facial”, publicados em Developmental Psychology, 5, Novembro de 1971, págs 433-439, estão reproduzidos abaixo.

ESTUDO SOBRE AVALIAÇÃO DE BELEZA POR GRUPOS

Características dos Juízes

Grupos melhor avaliados

Brancos de 7 anos
Adolescentes brancos

Negros de 7 anos
Adolescentes brancos

Brancas de 7 anos
Adolescentes brancas

Brancos de 12 anos
Adolescentes brancas

Negros de 12 anos
Adolescentes brancas

Brancas de 12 anos
Adolescentes brancas

Negras de 12 anos
Adolescentes brancas

Brancos de 17 anos
Adolescentes brancas

Negros de 17 anos
Adolescentes brancas

Brancas de 17 anos
Adolescentes brancas

Negras de 17 anos
Adolescentes brancas

Brancos adultos
Adolescentes brancas

Negros adultos
Adolescentes brancas

Brancas adultas
Adolescentes brancos

Negras adultas
Adolescentes brancos

FATO Nº 47: Em experiências nas quais crianças negras foram deixadas livres para brincar com bonecas brancas e negras, foi descoberto que a maioria delas preferiria brincar com bonecas brancas. Isto é verdadeiro por todo o mundo. Até mesmo em locais como Tobago. (32) (22) (23)

HISTÓRIA NORTE-AMERICANA

FATO Nº 48: A Declaração da Independência, que contém a tão repetida frase “… todos os homens são criados iguais…” foi escrita por Thomas Jefferson, que possuía cerca de 200 escravos na época, e que nunca libertou um deles, incluindo os mulatos e os “quadroons” (1/4 negro). As palavras de Jefferson certamente não se referiam aos negros, que na época não tinham nenhum lugar na sociedade, exceto como propriedade. (27) (38) (31)

FATO Nº 49: A Constituição foi escrita por e para “o povo”, e dedicada “para nós e nossa posteridade”. Todos os 55 delegados que se encontraram em Filadélfia para escrever a Constituição e todos os membros das convenções dos 13 estados que a ratificaram eram da raça branca. (38) O DICIONÁRIO WEBSTER'S DE 1828 define posteridade como: POSTERIDADE. 1. Descendentes; filhos, filhos dos filhos, etc. indefinidamente; a raça que procede de um progenitor. 2. Num senso geral, gerações sucessivas; oposto a ancestrais. . .

FATO Nº 50: A 14ª Emenda é inválida pelas seguintes razões: Ela nunca foi ratificada por três quartos de todos os Estados da União de acordo com o artigo 5 da constituição dos Estados Unidos. De 37 Estados, 16 a rejeitaram.

Muitos dos Estados que foram contados como a ratificando foram compelidos a fazer isso sob ameaça da ocupação militar. Qualquer ato legal considerado sob ameaça de força e coerção é automaticamente nulo e inválido.

O FATO de que 23 Senadores foram ilegalmente excluídos do Senado Norte-Americano mostra que a Resolução Conjunta propondo a Emenda não foi submetida ou adotada por um Congresso constitucional.

A intenção da 14ª Emenda é repugnante à Constituição original dos Estados Unidos e à Lei Orgânica da nação. Ela não iria, e não poderia repelir qualquer coisa que fosse parte da Lei Orgânica. Portanto, os princípios precedentes e decisões anteriores a tornam nula. (23)

FATO Nº 51: Na Proclamação de Emancipação proferida por Abraham Lincoln em setembro de 1862 ele disse: “Eu tenho insistido na colonização dos negros (de volta para a África) e eu irei continuar. Minha Proclamação de Emancipação estava ligada a esse plano (de colonização). Não há lugar para duas raças distintas de homens brancos na América, muito menos para duas raças distintas, de brancos e negros . . . . Eu não consigo pensar em uma calamidade maior do que a assimilação do negro em nossa vida social e política como um nosso igual . . . Dentro de vinte anos nós podemos pacificamente recolonizar o negro (de volta na África) . . . sob condições nas quais ele poderá voltar a plena humanidade. Isso ele nunca poderá fazer aqui. Nós nunca conseguiremos realizar a união ideal que nossos pais fundadores sonharam, com milhões de seres de raças estranhas e inferiores entre nós, cuja assimilação não é possível nem desejável.” (27)

FATO Nº 52: Lincoln de fato propôs uma emenda à constituição que iria autorizar o Congresso a recolonizar todos os negros libertos de volta na África. Em 15 de agosto de 1862, o Congresso arrecadou mais de meio milhão de dólares para esse propósito. Milhares de negros já tinham sido mandados de volta para a África quando Lincoln foi morto com um tiro. (27)

WASHINGTON D.C.

FATO Nº 53: O Distrito de Columbia, que é aproximadamente 70% negro, lidera os Estados Unidos em muitas áreas:

A maior taxa de crimes do país.
O controle mais rígido de armas.
A maior taxa de aprisionamento.
A maior taxa de natalidade.
A maior taxa de mortalidade.
A maior taxa de assistência federal per capita.
O maior número de receptores de cheques da assistência social, “welfare”, per capita.
A mais alta taxa de nascimentos ilegítimos.
A mais alta taxa de abandono escolar, mesmo quando os professores são os mais bem pagos nos Estados Unidos.
A mais alta taxa de gonorréia e sífilis.
A mais alta incidência de AIDS. (33) (32)

PORTUGAL

FATO Nº 54: Povoado por uma população branca, a nação de Portugal cresceu em quatro séculos para ser a mais rica e poderosa nação no mundo. Um grande poder comercial e marítimo, Portugal tinha grandes colônias na Ásia, África e América. Seus marinheiros foram os primeiros a explorar as costas da África ocidental e trouxeram com eles centenas de escravos negros. Pelo ano de 1550, no ápice do poder de Portugal, um décimo de sua população era negra. Hoje, a população de Portugal é descrita como sendo uma das mais homogêneas da Europa, tendo lentamente absorvido a genética negra. Em 1975 o país tinha perdido todos os seus territórios exteriores. Seus trabalhadores são os mais mal-pagos na Europa eles têm a maior taxa de analfabetismo e uma grande taxa de mortalidade infantil. Em termos de arte, literatura, música, ciência e filosofia, o “novo” Portugal tem produzido praticamente nada em 100 anos, e pela maioria dos padrões é a nação mais atrasada da Europa. *Lembre-se que a população negra dos Estados Unidos é aproximadamente de 13%. (27)

HAITI

FATO Nº 55: A República do Haiti, a única república completamente negra no Hemisfério Ocidental também é a nação mais pobre no Hemisfério Ocidental. O Haiti também tem a expectativa de vida mais curta, o maior analfabetismo, a menor taxa de consumo de jornais e publicações per capita, a menor renda e PIB per capita, e o mais baixo nível de estabilidade política. (27)

FATO Nº 56: O Haiti já teve um futuro promissor. Antes de 1789, como uma colônia francesa sob domínio branco, San Domingo (Haiti) era tão rica ou mais em produtividade do que todas as 13 colônias Norte-Americanas. Ela era considerada a “jóia da coroa” do sistema colonial francês, e era de

FATO a mais próspera colônia do mundo. Povoada por 40.000 brancos, 27.000 mulatos livres e 450.000 escravos negros, um clima generoso e um solo produtivo, ela fornecia para toda a França e metade da Europa com açúcar, café e algodão. Mas em 1791, o governo francês anunciou um decreto ordenando o Haiti a dar poder de voto aos mulatos, e logo anunciou outra, ordenando a libertação de todos os escravos. Isto resultou em uma sangrenta guerra civil na qual a população branca inteira (40.000 franceses) foi assassinada, até o último homem, mulher e criança. Estupro, decapitação e mutilação foram cometidos quase universalmente com seus corpos. (22) (23)

FATO Nº 57: Depois que os negros massacraram os últimos restantes da população branca em 1804, o Haiti permaneceu como parte de São Domingo, até que em 1844 ele se tornou uma “república” separada. Entre 1844 e 1915, somente um presidente haitiano completou seu período inteiro de mandato. Quatorze foram expulsos por levantes armados, um foi explodido, um foi envenenado e outro foi cortado em pedaços por uma multidão enfurecida. Entre 1908 e 1915 as revoluções e assassinatos aumentaram tão rapidamente que uma ocupação militar Norte-Americana foi necessária para restaurar a ordem. Ela durou de 1915 a 1934. Depois disso seguiram-se doze anos de domínio por um mulato da elite que se acabaram quando militares negros reassumiram o controle em 1946. Desde então corrupção total e assassinato político têm sido a regra. (23)

ÍNDIA

FATO Nº 58: Os povos negróides da Índia têm sido sujeitos a numerosas invasões brancas por mais de 5000 anos, levando a ascensão e queda de uma civilização após outra, sempre que os invasores brancos acabavam absorvidos pelas massas não-brancas. Então, por volta de 1800 a.C, os Arianos novamente invadiram, pelo noroeste, desta vez estabelecendo um rígido sistema de castas (“varna”, que significa cor), um sistema de supremacia branca que eventualmente passou a fazer parte integral da religião hindu. Mistura racial foi banida e punida com a morte (5) (37)

FATO Nº 59: Liderados por uma classe dominante Ariana, a Índia Clássica floresceu como uma grande cultura, dando expressão à filosofia, poesia, ciência, matemática e literatura. A terra prosperou como nunca antes, (e também depois).

FATO Nº 60: O sistema de castas durou por cerca de 2000 anos (provavelmente mais do que qualquer outra civilização sob circunstâncias raciais similares). No entanto, as castas acabaram eventualmente se quebrando devido à miscigenação e hoje em dia praticamente não existem mais brancos puros restantes na Índia. (39) (37) (10)

FATO Nº 61: Hoje, a Índia possui 834 milhões de habitantes (atualmente mais de 1 bilhão), que falam 150 línguas e dialetos diferentes. Quando a chuva anual é insuficiente, eles morrem de fome numa taxa de cerca de 2.000.000 a 6.000.000 por ano. A Índia tem a mais alta taxa de natalidade na Ásia, uma das mais baixas rendas per capita do mundo, e uma taxa de analfabetismo de cerca de 70% (35) (33)

EGITO

FATO Nº 62: O Antigo Egito foi fundado e construído por Caucasianos Mediterrâneos (brancos) desde 4500 a.C. O período de grandeza do Egito foi de 3400 a.C até 1800. a.C. e foi caracterizado pela sua incrível arquitetura, pirâmides, templos e domínio da matemática e da engenharia, sendo que os remanescentes estão evidentes até hoje. Os Egípcios brancos foram os pioneiros na medicina, química, astronomia e leis; em muitos casos, seus feitos permanecem inigualáveis. (37) (39) (21)

FATO Nº 63: Mas por volta de 3400 a.C, a civilização egípcia começou a se espalhar pelo rio Nilo, causando um contato próximo com os Núbios negros no sul. Logo eles estavam usando negros para o trabalho escravo e o Egito se tornou o primeiro “caldeirão de mistura racial” da história (“melting pot”). (39) (10) (14)

FATO Nº 64: Com o tempo, a infusão do sangue negro subiu desde as classes inferiores da sociedade Egípcia. Os escravos acabaram sendo libertados, receberam igualdade política e tomaram postos de autoridade no governo. (10) (37)

FATO Nº 65: Pela época do rei Tut (1370-1352 a.C.) até mesmo as classes dirigentes já tinham se miscigenado e o Egito entrou em uma espiral descendente. Hoje, o antes todo-poderoso Egito é um típico país de terceiro mundo, tendo perdido sua arte, sua medicina, sua habilidade arquitetônica, e sua posição nos assuntos mundiais. (10) (37)

A noção absurda de que o Antigo Egito foi um produto da engenhosidade negra está sendo agora amplamente disseminada nas escolas. Apesar de os estudiosos saberem que essa é uma mentira descarada, eles justificam a enganação ao declarar que ela irá impulsionar a “auto-estima” das crianças negras.

ÁFRICA DO SUL
(Nota: Estes fatos provavelmente irão mudar drasticamente agora que a África do Sul caiu sob domínio negro)

FATO Nº 66: Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países. (29) (8) (14)

FATO Nº 67: A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país. (29) (8) (14)

FATO Nº 68: Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias. (14)

FATO Nº 69: Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul. (14)

FATO Nº 70: Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética. (29)

FATO Nº 71: A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado. (8)

FATO Nº 72: De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros. (14) (29)

ISLÂNDIA

FATO Nº 73-75: A Islândia, a única nação totalmente branca no mundo, tem a maior taxa de alfabetização e instrução do mundo, 100%. É uma ilha de magma vulcânico resfriado, localizada logo ao sul do Círculo Polar Ártico. Ela não tem carvão, combustíveis, florestas, riquezas minerais ou recursos naturais e nenhum rio navegável. 75% do interior é inabitável e somente 1% da terra é arável. A Islândia é a mais jovem nação da Europa e um dos países mais isolados do mundo. No entanto, a Islândia é a segunda nação em expectativa de vida e tem um dos mais altos padrões de vida no mundo, em termos de renda per capita. Ela tem impressionantes instalações médicas e um próspero negócio no ramo de publicações. Praticamente toda família tem um telefone. Após a graduação na faculdade, cada estudante islandês aprendeu cinco idiomas. (33)

MARTIN LUTHER KING

FATOS Nºs 75-77: Em 31de janeiro de 1977, os registros do FBI sobre Martin Luther King foram selados por ordem judicial até o ano 2027, porque, segundo disse sua mulher, “sua liberação pública iria destruir sua reputação”. Esses registros são cercados de rumores sobre conterem exemplos de perversões sexuais bizarras e homossexualismo, e provas de que King estava sob ordens diretas de espiões soviéticos, e financiado pelo Partido Comunista.

FATO Nº 78: O jornal The Wall Street Journal (de 9 de Novembro de 1990) revelou que os editores da Universidade de Stanford dos “Papéis de Martin Luther King Jr.” têm conhecido por muito tempo que King era culpado de plágio em sua tese doutoral na Universidade de Boston em 1955, tendo levantado significantes porções de trabalhos de outros escritores e estudantes universitários.

FATO Nº 79: Martin Luther King freqüentemente buscava prostitutas e pagava-as com o dinheiro de sua igreja. Ainda assim, o congresso votou em tornar o aniversário de King um feriado nacional, na maioria dos lugares substituindo o dia de Colombo ou o aniversário de Washington como um dia de cerimônia oficial.

FATO Nº 80: Quase todos os estados na união têm um feriado à Martin Luther King, e quase todas as cidades tem uma praça King ou um centro cívico King. Ainda assim, evidências eleitorais sugerem que os norte-americanos irão quase sempre votar contra honras para King sempre que dada a chance. (41)

INFORMAÇÕES GERAIS

FATO Nº 81: O continente inteiro da África, talvez a terra mais rica do planeta, responde por somente 3% do comércio mundial. (27)

FATOS Nº 82-84: Praticamente todos os negros que foram líderes em campos diferentes dos esportes ou música tiveram alguma ascendência branca: Fredick Douglas, W.E.B. Dubois, Booker T. Washington, George Washington Carver, Alex Hailey, Thurgood Marshall, Bryant Gumbell, Colin Powell, Carl Rowan, Ed Bradley, Doug Wilder, etc. De acordo com o Dr. E.B. Reuter, ". . . Dos mais bem sucedidos e famosos homens que a raça negra produziu, ao menos 13/14 são homens de sangue misturado. (27) (21)

FATO Nº 85: Negros são 50 vezes mais prováveis de portarem sífilis do que brancos. (32)

FATO Nº 86: Duas vezes mais negros recebem uma dispensa desonrosa do Exército dos Estados Unidos do que brancos. (32)

FATO Nº 87: Uma mulher branca tem 15 vezes mais chance de contrair AIDS ao praticar sexo com um negro do que com um homem branco heterossexual. (U.S. Centers for Disease Control/ Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos)

FATO Nº 88: 90% das crianças norte-americanas com AIDS são negras ou hispânicas. (36)

FATOS Nº 89-92: Em 1950, as escolas norte-americanas estavam entre as melhores do mundo. No entanto, elementos vocais dentro de nossa sociedade exigiram que as escolas públicas tivessem um papel de engenharia social assim como educacional. Violentos distúrbios na educação norte-americana foram ordenados pela Suprema Corte com o propósito de quebrar as barreiras raciais. Por 30 anos, as escolas norte-americanas têm desviado gigantescos recursos em integração forçada, cotas e transferência forçada de alunos de raças diferentes para “equilibrar racialmente” uma escola de um determinado bairro (“bussing”). (Poucas pessoas têm idéia de quão caro é esse transporte. O custo anual pode chegar a dezenas de bilhões de dólares. Em 1990, só a Califórnia gastou mais de 500 milhões de dólares por ano com integração. Muitos distritos escolares gastam mais de um quarto de sua verba em transporte. Em Milwaulkee apenas, e em apenas um ano escolar, 30.000 horas de trabalho dos funcionários públicos foi desviada calculando a raça dos estudantes para freqüentar as várias escolas). Os resultados? Os estudantes de hoje estão no final da lista mundial em ciências e matemática, cerca de 40% dos adultos norte-americanos são funcionalmente analfabetos, e testes padronizados de pontuação declinaram firmemente tanto para brancos quanto para negros. Hoje o branco médio pontua 200 pontos acima no teste combinado SAT do que o negro médio. Os norte-americanos gastam mais em educação do que qualquer outro país no mundo e têm os piores resultados. Maciças fugas brancas (“White flight”) de bairros e cidades para escapar ao zoneamento racial têm reduzido a base de impostos de todas as grandes cidades norte-americanas. Em 1983, depois de quase duas gerações de experimentação racial para promover igualdade, o braço de pesquisa do Departamento de Educação não podia produzir um único estudo que mostrasse que as crianças negras estavam aprendendo substancialmente melhor depois do fim da segregação. (25) (20) (32)

FATO Nº 93: Na África Negra, dirigentes duram em média 7 meses no poder. (22) (27) (7)

FATO Nº 94: Em 1995 um terço dos estudantes norte-americanos será não-branco, e brancos serão uma minoria nos distritos escolares de 5 estados. (32)

FATO Nº 95: Dr. William Shockley, prêmio Nobel por seu trabalho na invenção do transistor e renomado geneticista na Universidade de Stanford, disse: “A causa principal para o problema dos negros norte-americanos é hereditária em sua origem e, portanto não é remediável de forma significativa ao melhorar-se o ambiente”.

FATO Nº 96: Em 1930, 33% da população do mundo era branca. Hoje, a ONU estima que somente 9,5% da população mundial seja caucasiana (branca). Esta porcentagem está caindo rapidamente. (34) (27)

FATO Nº 97: Toda raça tem uma igual capacidade para aprender e contribuir para a civilização e quaisquer diferenças são causadas por preconceito e racismo. O

FATO de que a pele branca está associada com a civilização é meramente um acaso da sorte e coincidência. Qualquer tentativa de distinguir as raças é motivada por paranóia e ódio. Nós devemos prevenir qualquer investigação sobre o assunto e trabalhar para misturar as sociedades em uma utopia sem raça, sem nacionalidade e harmoniosa. (?)

FATO Nº 98: Em 1988 houve 9406 casos de estupro negro-contra-branco e menos de 10 casos de estupro branco-contra-negro nos Estados Unidos. (32)

FATO Nº 99: No livro INTELLIGENCE AND NATIONAL ACHIEVEMENT, (INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO NACIONAL), por Raymond Cattell, três estudiosos norte-americanos de destaque comparam evidências maciças sobre o Q.I. nacional dos EUA em relação às pontuações de outras partes do mundo e alertam sobre o declínio de qualquer nação cuja população apresente um declínio na inteligência. Levando em consideração as diferenças em taxa de nascimentos dos grupos étnicos nos Estados Unidos, eles concluíram que a habilidade mental norte-americana está declinando rapidamente. (21)

FATO Nº 100: Os contribuintes norte-americanos têm pago mais de 2,5 TRILHÕES de dólares tentando melhorar os negros desde a década de 1960. (6)

FATO Nº 101: FRASES: "A ignorância primitiva dos negros nunca inventou nenhuma arma eficiente de defesa ou destruição: eles parecem incapazes de formar qualquer plano extenso de governo ou de conquista: e a óbvia inferioridade de suas faculdades mentais tem sido descoberta e abusada pelas nações das zonas temperadas.” --Edward Gibbon, o grande historiador e autor de O DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO (THE DECLINE AND FALL OF THE ROMAN EMPIRE), (V. III, pág. 277) "Onde quer que você encontre o negro, tudo está decaindo a sua volta, e onde quer que você encontre o homem branco, você tudo ao redor dele melhorando.” --Robert E. Lee, para o Col. Thomas H. Carter, maio de 1965
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Martin Luther King (Man Behind the Myth) by Des Griffin
Em sua magistral obra Crime and Human Nature, J. Q. Wilson e R. J. Herrnstein notaram que a baixa representação asiática nas estatísticas criminais estadunidenses se mostrava um problema teórico. A solução proposta por criminologistas já desde 1920 era que o "gueto" asiático protegia seus membros de tendências perturbadoras da sociedade externa. Para negros, no entanto, se diz que o gueto fomenta o crime.

A super-representação de negros nas estatísticas criminais estadunidenses tem existido desde a virada do século XX. O censo de 1910 mostrava mais negros do que brancos nas cadeias, tanto no norte quanto no sul. Estatísticas oficiais da década de 1930 até a década de 1950 mostraram que o número de negros presos por crimes de violência em proporção ao número de brancos variava entre 6 para 1 e 16 para 1. Estas estatísticas não melhoraram desde então.

Quebrando um velho tabu, os liberais de Bill Clinton a Jesse Jackson, recentemente tornaram respeitável teorizar sobre crimes "negro-contra-negro". Revistas conservadoras como a National Review também começaram a discutir aspectos da ligação raça/crime (veja "Negros... e Crime", de 16 de maio de 1994; "Como Diminuir o Crime", de 30 de maio de 1994). O que ainda está por ser reconhecido, porém, é a generalização internacional da relação raça/crime. A matriz descoberta nos Estados Unidos, com asiáticos sendo geralmente os mais obedientes à lei, os africanos os menos obedientes, e os europeus entre um e outro, é observado em outros países multirraciais como Inglaterra, Brasil e Canadá. Além disso, o padrão é revelado na China e nos países asiáticos da costa do Pacífico, na Europa, no Oriente Médio, na África e no Caribe. Porque o "dilema estadunidense" é global em sua manifestação, explicações devem ir bem além das particularidades dos EUA.

Eu enfatizo no início que enormes variações existem dentro de cada uma das populações nas várias características a serem discutidas. Porque as distribuições substancialmente se sobrepõem, com diferenças de média variando em torno de 4 a 34 porcento, é altamente problemático generalizar de uma média de grupo para um indivíduo em particular. Contudo, como eu espero mostrar, variações raciais significativas existem, não apenas em crime mas também em outras características que predispõem ao crime, inclusive testosterona, tamanho cerebral, temperamento e capacidade cognitiva.

A natureza global do padrão racial em crimes é mostrada nos dados coletados na INTERPOL utilizando seus anuários de 1984 e 1986. Após analisar informações de cerca de 100 países, eu relatei, na edição de 1990 do Canadian Journal of Criminology, que países africanos e caribenhos tinham o dobro da taxa de crimes violentos (um agregado de assassinato, estupro e lesões corporais graves) do que países europeus, e três vezes mais do que países asiáticos da costa do Pacífico. Calculando a média para os três crimes e nos dois períodos de tempo, os números para uma população de 100.000 eram, respectivamente, 142, 74 e 43.

Eu corroborei estes resultados usando o anuário mais recente da INTERPOL (1990). As taxas de assassinato, estupro e lesão corporal grave para 100.000 habitantes relatada para 23 países predominantemente africanos, 41 países caucasianos e 12 países asiáticos foram: para assassinato, 13, 5 e 3; para estupro, 17, 6 e 3; e para lesão corporal grave, 213, 63 e 27. Somando os crimes se obtém números para 100.000 habitantes de, respectivamente, 243, 74 e 33. Este gradiente permanece forte tanto sobre os contrastes de países racialmente homogêneos do nordeste da Ásia, Europa Central e África Sub-Saariana, quanto em países racialmente misturados mas predominantemente negros ou brancos/ameríndios do Caribe e da América Central. Resumindo, um padrão insistente que requer explicações existe no mundo todo. A testosterona, a fragilidade da família negra e a consistência da família asiática são freqüentemente usadas para explicar o padrão racial do crime nos Estados Unidos. Acredita-se que aprender a seguir as regras depende da socialização familiar. Desde 1965 o Relatório Moynihan tem documentado as altas taxas de dissolução matrimonial, freqüente liderança de famílias por mulheres e numerosos nascimentos ilegítimos, e tais números apresentados como evidência da instabilidade da família negra triplicaram desde então.

Uma família negra matrifocal similar existe no Caribe, com lares com pais ausentes, falta de certeza de paternidade, e contabilidades dos cônjugues separadas. O padrão caribenho, assim como o estadunidense, é tipicamente atribuído ao velho legado da escravidão. No entanto, a hipótese da escravidão não se encaixa nos dados da África Sub-Saariana. Após examinar os sistemas de casamento duráveis na África na edição de 1989 da revista Ethology and Sociobiology, a antropóloga Patricia Draper da Universidade da Pensilvânia concluiu: "juntamente com o baixo investimento dos pais na criação dos filhos, há também um padrão de convívio que permite atividade sexual prematura, perda de laços econômicos e emocionais entre cônjuges... e em muitos casos a expectativa da parte de ambos os cônjuges de que o casamento irá terminar em divórcio ou separação, seguida da formação de outra união".

O sistema de casamento africano pode depender em parte de características de temperamento. Variáveis biológicas tais como o hormônio sexual testosterona estão envolvidas na tendência a múltiplos relacionamentos assim como na tendência a cometer crimes. Um estudo, publicado na edição de 1993 da publicação Criminology, por Alan Booth e D. Wayne Osgood, mostrou claras evidências de uma ligação entre testosterona e crime baseado na análise de 4.462 militares. Outros estudos têm ligado a testosterona a uma personalidade agressiva e impulsiva, a uma falta de empatia, e ao comportamento sexual. Níveis de testosterona explicam por que homens jovens são desproporcionalmente representados em estatísticas criminais em comparação com mulheres jovens, e por que jovens são mais propensos a encrencas do que pessoas mais velhas. A testosterona seguramente diferencia os sexos e sabe-se que ela decresce com o tempo. Existem diferenças étnicas em níveis médios de testosterona. Estudos mostram de 3 a 19 porcento a mais de testosterona em estudantes e veteranos militares negros do que em seus correspondentes brancos. Estudos entre os japoneses mostram uma quantidade correspondentemente baixa de testosterona em relação aos brancos estadunidenses. Pesquisas médicas têm se concentrado no câncer de próstata, sendo que um de seus determinantes é a testosterona. Negros têm taxas mais altas de câncer de próstata do que brancos, que por sua vez têm taxas mais altas do que orientais.

Hormônios sexuais também influenciam a fisiologia reprodutiva. Enquanto a mulher média produz 1 óvulo a cada 28 dias no meio do ciclo menstrual, algumas mulheres têm ciclos menores e outras produzem mais de um óvulo; ambos os eventos se traduzem em maior fertilidade, inclusive no nascimento de gêmeos dizigóticos (de dois óvulos). Mulheres negras têm em média ciclos menstruais menores do que mulheres brancas e produzem gêmeos dizigóticos com maior freqüência. A taxa por 1.000 nascimentos é 4 entre leste-asiáticos, 8 entre brancos e 16 ou mais entre africanos e afro-americanos.

Existem diferenças raciais em comportamento sexual, como documentado por numerosos levantamentos, incluindo aqueles feitos pela Organização Mundial de Saúde. Africanos, afro-americanos e negros residentes na Inglaterra são sexualmente mais ativos, numa idade mais precoce e com mais parceiros sexuais do que europeus e estadunidenses brancos, que por sua vez são sexualmente mais ativos, numa idade mais precoce e com mais parceiros sexuais do que asiáticos, asiáticos-americanos e asiáticos residentes na Inglaterra. Diferenças em atividade sexual têm suas conseqüências. Taxas de fertilidade entre adolescentes ao redor do mundo apresentam o gradiente racial, assim como o padrão das doenças sexualmente transmissíveis. Os Relatórios Técnicos da Organização Mundial de Saúde e outros estudos examinando a prevalência mundial da AIDS, sífilis, gonorréia, herpes e clamídia tipicamente acha baixos níveis na China e Japão, e altos níveis na África, com países europeus num nível intermediário. Este é um padrão encontrado também nos Estados Unidos.

Dados internacionais sobre personalidade e temperamento mostram que negros são menos auto-controlados e menos tranqüilos do que brancos, e brancos são menos auto- controlados e menos tranqüilos do que leste-asiáticos. Com bebês e crianças a observação é o principal método empregado, enquanto que com adultos o uso de testes padronizados são mais freqüentes. Um estudo no Quebec de língua francesa examinou 825 crianças de quatro a seis anos de idade provenientes de 66 países diferentes avaliadas por 50 professores. Todas as crianças estavam em classes da pré-escola de imersão na língua francesa para crianças imigrantes. Os professores consistentemente relataram melhor ajuste social e menos hostilidade- agressividade de crianças leste-asiáticas do que de brancas, e destas do que de afro-caribenhas. Outro estudo baseado em 25 países ao redor do mundo mostrou que leste- asiáticos eram menos extrovertidos e mais propensos à ansiedade do que europeus, que por sua vez eram menos sociáveis e mais auto-controlados do que africanos.

Genética do Comportamento

Diferenças entre indivíduos em testosterona e seus variados metabólitos são aproximadamente 50 porcento hereditárias. Mais surpreendente para muitos são os estudos que sugerem que tendências criminais também são hereditárias. De acordo com estudos estadunidenses, dinamarqueses e suecos de adoção, crianças que tinham sido adotadas na infância estavam mais sujeitas a condenações criminais se seus pais biológicos tivessem sido condenados do que se seus pais adotivos que os criaram tivessem sido condenados. Num estudo de 14.427 adoções não-familiares na Dinamarca entre 1924 e 1947, foi descoberto que irmãos e meio-irmãos adotados separadamente em diferentes lares eram concordantes quanto a condenações. Convergente com este trabalho de adoção, estudos com gêmeos descobriram que gêmeos idênticos têm praticamente duas vezes mais chances de terem comportamento criminal semelhante do que gêmeos fraternais. Em 1986, eu relatei os resultados de um estudo de 576 pares de gêmeos adultos sobre altruísmo, empatia, criação e agressividade, caracteres de que se espera sofrerem pesada socialização por parte dos pais. Apesar disso, 50 por cento da variação tanto em homens quanto em mulheres foi atribuída à genética. O bastante conhecido Minnesota Study of Twins Raised Apart (Estudo de Minnesota Sobre Gêmeos Criados Separadamente), conduzido por Thomas J. Bouchard Jr., confirmou a importância de fatores genéticos para características de personalidade tais como agressividade, dominância e impulsividade. David Rowe, da Universidade do Arizona, examinou muito desta literatura em seu livro Limits of Family Influence (Limites da Influência da Família), de 1994. Ele explica como irmãos criados juntos na mesma família podem diferir geneticamente um do outro com relação à delinqüência.

Genes codificam enzimas, as quais, sob a influência do ambiente, depositam-se no conjunto cerebral e nos sistemas neuro-hormonais dos indivíduos, assim afetando as mentes das pessoas e as escolhas que elas fazem sobre alternativas comportamentais. Com relação à agressão, por exemplo, pessoas herdam sistemas nervosos que as predispõem à raiva, irritabilidade, impulsividade e uma falta de condicionabilidade. Em geral, esses fatores influenciam o auto-controle, uma variável psicológica que figura de forma proeminente nas teorias do comportamento criminoso.

Estudos genéticos de comportamento fornecem informações sobre efeitos ambientais. Como descrito no livro de Rowe, as variáveis importantes mostram estar dentro de uma família, não entre famílias. Fatores tais como classe social, religião da família, valores paternos e estilos de criação de crianças não mostram ter um efeito comum forte entre irmãos. Porque mentes individuais sintonizam ambientes comuns de formas diferentes, irmãos adquirem conjuntos diferentes de informação. Apesar de irmãos se assemelharem em sua exposição a programas violentos de televisão, é o mais agressivo que se identifica com personagens agressivos e que vê conseqüências agressivas como positivas.

Estudos dentro de famílias mostram que inteligência e temperamento separam irmãos em predisposição à delinqüência. Não é difícil imaginar como um irmão intelectualmente menos capaz e mais impulsivo em temperamento procura um ambiente social diferente do seu irmão ou irmã mais capaz e menos impulsivo. Dentro dos limites permitidos pelo espectro total de alternativas culturais, pessoas criam ambientes compatíveis ao máximo com seus genótipos. Similaridades genéticas explicam a tendência de personalidades com predisposições problemáticas a procurar outras semelhantes para amizade e casamento. Uma objeção feita de vez em quando às teorias genéticas é a de que taxas de crime flutuam de acordo com condições sociais. Mudanças em crime através das gerações, no entanto, são previstas por teorias genéticas. À medida que os ambientes se tornam menos ameaçadores e mais iguais, a contribuição genética para as variações de diferenças individuais necessariamente se torna maior. Durante os últimos 50 anos, por exemplo, tem ocorrido um aumento na contribuição genética tanto nos resultados acadêmicos quanto em longevidade à medida que efeitos prejudiciais do ambiente têm sido atenuados e mais oportunidades iguais têm sido criadas. Assim, afrouxar constrangimentos sociais para genótipos "correndo perigo" latentes leva a um aumento do comportamento criminoso.

Inteligência

O papel da baixa capacidade cognitiva em dispor uma criança à delinqüência é estabelecida mesmo dentro da mesma família onde um irmão menos capaz é observado engajando-se em comportamentos mais anti-sociais do que um irmão privilegiado. Problemas de comportamento começam cedo na vida e se manifestam como uma falta de vontade ou de capacidade de seguir regras familiares. Mais tarde, uso de drogas, início precoce de atividade sexual e atos mais claramente definidos como ilegais compõem a ampla síndrome prognosticada pela baixa inteligência. Existem diferenças raciais nas médias de resultados de testes de QI e, novamente, o padrão se estende bem além dos Estados Unidos. A literatura global sobre QI foi examinada por Richard Lynn na edição de 1991 da publicação Mankind Quarterly. Caucasóides da América do Norte, Europa e Austrália geralmente obtiveram uma média de QI ao redor de 100. Mongolóides tanto da América do Norte quanto da costa asiática do Pacífico obtiveram uma média ligeiramente maior, na faixa de 101 a 111. Africanos ao sul do Saara, afro-americanos e afro- caribenhos (incluindo aqueles residentes na Inglaterra), obtiveram médias de QI de 70 a 90.

Permanece a questão sobre se os resultados dos testes são medidas válidas de diferenças de grupos em capacidade mental. Basicamente a resposta depende de os testes serem ou não serem limitados a uma cultura. Dúvidas subsistem em muitos pontos, embora um grande corpo de trabalho técnico tenha tratado deste problema entre aqueles com experiência psicométrica, como mostrado no livro de levantamentos de Snyderman e Rothman. Isto porque os testes mostram padrões similares de consistência de itens internos, e validade de previsão para todos os grupos, e as mesmas diferenças são encontradas em testes relativamente aculturais.

Dados recentes sobre a rapidez de tomada de decisões mostram que as diferenças raciais em capacidade mental são profundas. Investigações trans-culturais de tempo de reação foram feitas em crianças de nove a doze anos de idade provenientes de seis países diferentes. Nestas tarefas elementares, as crianças devem decidir qual de muitas luzes está acesa, ou separada de outras, e mover sua mão para pressionar um botão. Todas as crianças conseguem realizar a tarefa em menos de um segundo, mas crianças mais inteligentes, segundo medidas feitas por testes tradicionais de QI, executam a tarefa mais rapidamente do que crianças menos inteligentes. Richard Lynn descobriu que crianças orientais de Hong Kong e do Japão eram mais rápidas em tempo de decisão do que crianças brancas da Inglaterra e da Irlanda, que eram mais rápidas do que crianças negras da África. Arthur Jensen relatou o mesmo padrão tríplice na Califórnia.

Tamanho do Cérebro

A relação entre capacidade mental e tamanho do cérebro tem sido confirmada em estudos utilizando imagens de ressonância magnética, nas quais, ao vivo, constroem-se imagens tridimensionais do cérebro e confirmam as correlações relatadas desde a virada do século, obtidas a partir da medição do perímetro da cabeça. As correlações entre tamanho do cérebro e capacidade cognitiva variam de 0,10 a 0,40. Além disso, encontram-se diferenças raciais em tamanho do cérebro. Freqüentemente tem se sustentado que as diferenças raciais em tamanho do cérebro, estabelecidas no século dezenove, desaparecem quando correções são feitas para o tamanho do corpo e outras variáveis tais como preconceito. No entanto, estudos modernos confirmam as descobertas do século dezenove.

Três procedimentos principais foram usados para estimar o tamanho do cérebro: (a) pesar cérebros úmidos na autópsia; (b) medir o volume de crânios vazios utilizando enchimento; e (c) medir o tamanho externo da cabeça e estimar o volume. Dados de todas as três fontes triangulam na conclusão de que, depois que são feitas as correções estatísticas para o tamanho do corpo, leste- asiáticos têm uma média de 1,7 cm cúbicos (1 polegada cúbica) a mais de capacidade craniana do que brancos, que por sua vez têm uma média de 8,0 cm cúbicos (5 polegadas cúbicas) a mais do que negros. Ho e colegas no Medical College of Wisconsin, depois de, obviamente, excluir cérebros danificados, analisaram dados de autópsias de cérebros de 1.261 sujeitos estadunidenses cujas idades variavam entre 25 e 80 anos e relataram na edição de 1980 da publicação Archives of Pathology and Laboratory Medicine que, depois de selecionar por idade e tamanho do corpo, homens brancos tinham uma média de 100 gramas a mais de peso cerebral do que homens negros, e mulheres brancas tinham em média 100 gramas a mais de peso cerebral do que mulheres negras. Com o volume endocraniano, Beals e seus colegas computaram dados internacionais para mais de 20.000 crânios e publicaram seus resultados na edição de 1984 da publicação Current Anthropology. Separando as caixas cranianas por sexo, elas diferiram por áreas continentais, com populações da Ásia tendo uma média de 1.415 cm cúbicos, aquelas da Europa tendo uma média de 1.362 cm cúbicos e aquelas da África tendo uma média de 1.268 cm cúbicos.

Usando medições externas da cabeça eu descobri, depois de correções feitas para o tamanho do corpo, que leste- asiáticos consistentemente apresentam cérebros em média maiores do que os dos caucasianos ou ou dos africanos. Três desses estudos foram publicados no jornal Intelligence. Num estudo de 1991, de dados compilados pela agência espacial dos EUA (NASA), amostras militares da Ásia tinham em média 14 cm cúbicos de capacidade craniana a mais do que amostras da Europa. Numa amostra aleatória estratificada de 6.235 pessoas do Exército dos EUA medidas em 1988 para encaixe de capacetes, eu descobri que asiáticos-americanos tinham em média 36 cm cúbicos a mais do que euro-americanos, que por sua vez mediam em média 21 cm cúbicos a mais que afro-americanos. Mais recentemente, eu analisei dados de dezenas de milhares de homens e mulheres com idades entre 25 e 45 anos, coletados pelo International Labour Office, em Genebra, e descobri que asiáticos tinham em média 10 cm cúbicos a mais que europeus e 66 cm cúbicos a mais que africanos.

Diferenças raciais em tamanho do cérebro e QI aparecem cedo na vida. Dados do National Collaborative Perinatal Project (Projeto Pré-Natal Colaborativo Nacional) de 19.000 crianças negras e 17.000 crianças brancas, mostram que crianças negras têm um perímetro da cabeça menor ao nascer, e apesar de que elas nasçam menores em estatura e mais leves em peso, pela idade de sete anos um "crescimento súbito" as torna maiores em tamanho do corpo do que crianças brancas, mas ainda menores em perímetro da cabeça. Perímetro da cabeça ao nascer correlacionou com QI na idade de sete anos tanto em crianças negras quanto brancas.

Origens das Diferenças Raciais

Diferenças raciais existem num nível mais profundo do que se costuma pensar. Por que europeus têm média tão consistentemente entre africanos e asiáticos em crime, sistema familiar, comportamento sexual, nível de testosterona, inteligência e tamanho do cérebro? É quase certo que genética e evolução têm um papel a desempenhar.

Estudos de adoções trans-raciais indicam influência genética. Estudos de crianças coreanas e vietnamitas adotadas por lares brancos estadunidenses e belgas têm mostrado que, apesar de os bebês terem sido hospitalizados por má nutrição, eles cresceram e se superaram em capacidade acadêmica com QIs dez pontos acima dos padrões nacionais dos países em que foram adotados. Em contraste, Sandra Scarr e seus colegas de Minnesota descobriram que na idade de 17 anos, crianças negras e mestiças adotadas em famílias brancas de classe média tinham um nível de QI mais baixo do que seus irmãos adotivos brancos com os quais tinham sido criadas.

Crianças brancas adotadas tinham uma média de QI de 106, uma média de aptidão baseada em padrões nacionais no 59º percentil, e uma colocação em classe no 54º percentil; crianças mestiças tinham uma média de QI de 99, uma aptidão no 53º percentil, e uma colocação em classe no 40º percentil; e crianças negras tinham uma média de QI de 89, uma aptidão no 42º percentil, e uma colocação em classe no 36º percentil.

Nenhuma variável ambiental conhecida pode explicar a relação inversa ao longo das três raças entre produção de gametas (gêmeos dizigóticos) e tamanho do cérebro. A única explicação conhecida para estas diferenças é uma teoria da história da vida. A história da vida é um conjunto de características geneticamente organizado, que evoluíram de uma maneira coordenada para alocar energia para sobrevivência, crescimento e reprodução. Há, em resumo, um equilíbrio (trade-off?) entre esforço paterno, inclusive investimento paterno, e esforço de acasalamento, uma distinção a que Patricia Draper se referiu como "pais" e "padrastos".

Hipóteses evolutivas têm sido pensadas para explicar o porquê dos asiáticos terem os maiores cérebros e mais estratégia de investimento paterno. A teoria presentemente aceitadas origens humanas, a da "Eva africana", postula um começo na África a cerca de 200.000 anos atrás, um êxodo através do Oriente Médio com uma separação africanos/não-africanos a 110.000 anos atrás, e uma separação caucasóide/mongolóide a cerca de 40.000 anos atrás. Pressões da seleção evolutiva na savana quente, onde os africanos se desenvolveram, são diferentes das pressões no frio ártico onde os asiáticos se desenvolveram.

As evidências mostram que quanto mais as populações migraram para fora da África, para o norte, mais elas encontraram problemas que exigiam inteligência, como obtenção e armazenamento de alimento, procura de abrigos, confecção de roupas e criação de filhos de maneira correta e bem-sucedida durante invernos prolongados. A seqüência evolutiva se encaixa nessa teoria e ajuda a explicar como e por que as variáveis se juntam. Assim como as populações originais africanas evoluíram para caucasóides e mongolóides, elas fizeram isso na direção de cérebros maiores e menores níveis de testosterona, com simultâneas reduções em agressividade e potência sexual e aumento em planejamento a longo prazo e estabilidade familiar.

Apesar do vasto corpo de evidências agora se acumulando sobre importantes diferenças genéticas e comportamentais entre as três grandes macro-raças, há muita relutância em aceitar que as diferenças em crime essão profundamente enraizadas. Talvez alguém possa simpatizar com temores levantados pela pesquisa racial. Mas todas as teorias da natureza humana podem ser usadas para gerar políticas abusivas. E uma rejeição da base genética para as diferenças raciais em comportamento não é apenas mau comportamento acadêmico; isto pode ser prejudicial para indivíduos excepcionais e para sociedades complexamente estruturadas. Além disso, deve ser enfatizado que provavelmente não mais do que 50 porcento da variância entre as raças nesseas características é genética, com os remanescentes 50 porcento devidos ao ambiente. Até mesmo efeitos genéticos são necessariamente mediados por mecanismos neuro-endócrinos e psico-sociais, portanto dando oportunidade a uma intervenção benigna e o alívio do sofrimento.
Richard Lynn. "Race Differences in Intelligence: A Global Perspective." Mankind Quarterly, 31 (1991), 255-296.
Richard J. Herrstein and Charles Murray. The Bell Curve. New York: Free Press, 1994.
David C. Rowe. The Limits of Family Influence. New York: Guilford, 1994.
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J. Philippe Rushton. "Cranial Capacity Related to Sex, Rank, and Race in a Stratified Random Sample of 6,325 U.S. Military Personnel." Intelligence, 16 (1992), 401- 413.
J. Philippe Rushton, David W. Fulker, Michael C. Neale, David K.B. Nias, and Hans J. Eysenck. "Altruism and Aggression: The Heritability of Individual Differences." Journal of Personality and Social Psychology, 50 (1986), 1192-1198.
Mark Snyderman and Stanley Rothman. The IQ Controversy, the Media, and Public Policy. New Brunswick, N.J.: Transaction Publishers, 1988.
Fonte: Esta crítica apareceu originalmente na American Renaissance, junho de 1999, número 54, sob o título 'Cherchez le Juif', por Jeff's Archive.
Uma velha anedota suíça reza que o príncipe alemão Wilhelm Hohenzollern certa vez, quando em visita a Suíça, foi convidado a assistir um dos inúmeros treinamentos militares a que os cidadãos desse país são submetidos. A um dado momento perguntou ao comandante do exercício: Quantos homens em armas você possue? Foi-lhe respondido: Um milhão. O príncipe, posteriormente Kaiser da Alemanha, então indagou: O que você faria se cinco milhões de meus soldados cruzassem sua fronteira amanhã? Ao que o comandante suíço replicou: Cada um de meus homens daria cinco tiros e iria para casa!

No debate sobre o direito a posse e uso de armas, aqueles favoráveis apontam para a Suíça onde a quase todo adulto do sexo masculino é legalmente permitido a posse de armas de fogo. Uma das poucas nações com taxa per capita de armas mais alta do que os Estados Unidos, a Suíça praticamente não ostenta crimes com armas de fogo. Assim sendo, argumentam os que são a favor, o controle governamental de armas não é necessário.

Contudo, os que são contrários , apontam a Suíça como uma das nações desenvolvidas que apresentam controle mais rigoroso sobre armas. Afirmam que todas as armas são registradas e que a compra de armas curtas requer inspeção prévia e uma licença. Crimes com armas de fogo realmente são inexistentes na Suíça, portanto, concluem, é necessário um rigoroso controle sobre as armas.

Quem está certo? Como sempre os anti-armas estão errados, mas isso não torna o grupo favorável necessariamente certo. A posse de armas na Suíça desafia as simplificações e os chavões dos debates alhures.

UM POUCO DE HISTÓRIA

Tal como os EUA, a Suíça ganhou sua independência através de uma guerra revolucionária feita por cidadãos armados. Em 1291, alguns cantões iniciaram uma guerra de libertação nacional contra o império Habsburgo da Áustria. Na lenda, a revolução foi precipitada por Guilherme Tell, embora não hajam provas definitivas sobre sua real existência.

Ao longo do século seguinte a milícia suíça libertou a maior parte do pais dos austríacos. Os cidadãos que constituíam a milícia usavam as mais poderosas armas daqueles tempos: espadas e flechas. Para a vitória suíça foi crucial a motivação das suas tropas de voluntários.

Desde os primeiros anos da independência os suíços foram obrigados a portar armas. Depois de 1515, a Suíça adotou uma política de neutralidade armada. Pelos quatro séculos seguintes grandes impérios europeus surgiram e cairam, levando consigo muitos países mais fracos. A Rússia e a França chegaram a invadir seu território, e os Habsburgos, e posteriormente o Império Austro-Húngaro, foram uma constante ameaça.

Mas a Suíça quase sempre manteve sua independência. A política suíça era "prevenção da guerra através da determinação em se defender".

Durante a 1ª Guerra Mundial, tanto a França como a Alemanha consideraram a hipótese de invadir o território suíço para atacar o flanco do outro. Na 2ª Guerra Mundial, Hitler queria as reserva suíças de ouro e precisava de comunicação e trânsito livres pelo país para abastecer as forças do Eixo no Mediterrâneo. Porém, quando os estrategistas militares viram os cidadãos bem armados, a terra montanhosa e as fortificações civis de defesa, a Suíça deixou de ser um alvo atraente para invasões. Enquanto duas guerras mundiais devastavam cidades e países, a Suíça gozava de uma paz segura.

Na Suíça, a Confederação Helvética evoluiu para um governo central fraco deixando muita autoridade nas mãos dos cantões ou níveis mais baixos de governo. A tradição de autonomia local ajudou a deixar a Suíça livre das violentas guerras civis entre católicos e protestantes que devastaram a Alemanha, França e Inglaterra. Em 1847/48 os liberais de toda Europa revoltaram-se contra os governos aristocráticos. Eles foram bem sucedidos apenas na Suíça, controlando a nação inteira após um breve conflito chamado de Guerra de Sonderbrund (as baixas foram apenas 128). Os direitos civis foram firmemente garantidos e todos os vestígios de feudalismo banidos.

Apesar da esperança dos reformadores alemães, o povo suíço não mandou seus soldados para a Alemanha em 1848 a fim de apoiar a revolução popular. Após a derrota da revolução germânica, a aristocrática Prússia pensou em invadir a Suíça, porém concluiu que a tarefa era impossível. Como um historiador resume: "A Suíça foi criada em meio a batalhas, alcançou sua dimensão atual através de conquistas e, depois disso, defendeu sua existência através da neutralidade armada. A experiência da historia suíça fez a independência nacional e o poder realmente sinônimos de cidadãos armados".

O EXÉRCITO DO POVO

Atualmente, o serviço militar para os homens suíços é universal. Por volta dos 20 anos de idade, todo o cidadão passa por 118 dias consecutivos de treinamento no "Rekrutenschule." Esse treinamento pode ser o primeiro encontro de um jovem com seus compatriotas que falam diferentes línguas (a Suíça tem 4 línguas oficiais: o alemão, o francês, o italiano e o romanche). Antes mesmo do serviço militar obrigatório começar, rapazes e moças podem ter cursos opcionais com o fuzil de assalto Stgw. 90 (SIG 550) do exército suíço. Eles ficam de posse da arma por 3 meses e recebem 6 sessões de 6 horas de treinamento. Dos 21 aos 32 anos de idade, o cidadão suíço constitue a linha de frente do exército, o "Auszug", e dispende 3 semanas do ano (em 8 dos 12 anos) para continuar o treinamento. Dos 33 aos 42 anos, ele serve no "Landwehr" (que é a Guarda Nacional); a cada poucos anos, ele se apresenta para treinamento de 2 semanas. Finalmente, dos 43 aos 50 anos, ele serve na "Landsturm"; neste período, ele só passa um total de 13 dias em cursos militares .

Durante a carreira de soldado, o cidadão também passa por dias de inspeção obrigatória de equipamentos e pratica de tiro ao alvo. Assim, em uma carreira militar obrigatória de 30 anos, o suíço gasta apenas 1 ano no serviço militar direto. Após a baixa do exército regular os homens ficam na reserva até a idade de 50 anos (55 para oficiais).

Pela Constituição Federal de 1847, aos membros do serviço militar são dados equipamentos, armas e roupas. Depois do 1º período de treinamento os recrutas devem guardar as armas, a munição e os equipamentos "am ihrem Woh nort" (em suas casas) até o termino do serviço.

Hoje em dia aos alistados são distribuídos fuzis automaticos Stgw.90 e, aos oficiais, pistolas. A cada reservista são entregues 24 cartuchos de munição em embrulhos selados para o uso em emergências. (Ao contrario do que dizem os anti-armas, está munição de emergência é a única pela qual o reservista tem de prestar contas).

AS ARMAS DO POVO

Depois da dispensa militar, ao ex-reservista é dado um fuzil de repetição sem registro ou outras obrigações. A partir de 1994, o governo passou a dar fuzis automáticos aos ex-reservistas também. Os oficiais também recebem suas pistolas ao final do serviço.

Quando o exército adota um novo fuzil de infantaria, os velhos são vendidos a população a preços subsidiados. Os reservistas são encorajados a comprar munição militar (7,5 e 5,6mm - 5,56mm nos outros paises - para fuzis, e 9mm e 7,65mm Luger para pistolas) que é vendida a preço de custo pelo governo objetivando a prática do tiro ao alvo. A munição não-militar para armas longas e a munição .22 LR não são subsidiadas, porém não possuem qualquer controle de vendas. As munições não-militares para armas curtas mais poderosas do que o .22LR (como a .38 Spl) são registrada no momento da venda.

A munição militar suíça deve ser registrada se comprada em loja particular, mas não precisa de registro se for adquirida num estande militar. Os 3000 estandes oficiais de tiro da Suíça vendem a maioria absoluta de toda munição. Tecnicamente, a munição comprada no estande deve ser consumida no local, mas a lei é muito pouco conhecida e quase nunca observada.

O exército vende regularmente uma variedade de metralhadoras, submetralhadoras, armas anti-tanques, canhões antiaéreos, morteiros e canhões. Os compradores dessas armas precisam obter uma licença cantonal, o que é feito facilmente, e as armas precisam ser registradas.

Em uma nação de 6 milhões de pessoas, existem pelo menos 2 milhões de armas, incluindo 600.000 fuzis totalmente automáticos, 500.000 pistolas e numerosas metralhadoras. Praticamente em todo lar há uma arma. Além das armas militares subsidiadas, o suíço também pode comprar outras armas facilmente. Enquanto as armas longas não precisam de procedimentos especiais de compra, as armas curtas são vendidas somente para aqueles com um waffener werbsschein (certificado de compra) emitido por uma autoridade do cantão. O certificado é emitido sem problemas para todo requerente maior de 18 anos que não seja criminoso ou deficiente mental. Não existem restrições para o transporte de armas longas. Cerca da metade dos cantões tem rígidos procedimentos para a concessão do porte de armas curtas, e a outra metade simplesmente não tem regulamento algum. Não há diferença perceptível na taxa de criminalidade entre os cantões como conseqüência das diferentes políticas de porte de arma. Graças a uma ação movida por grupos suíços pró-armas, fuzis semi-automáticos não necessitam de permissão de compra e não são registrados pelo governo. Assim, as únicas armas longas registradas são as totalmente automáticas (metralhadoras)(três cantões exigem que os colecionadores que possuam mais de 10 armas automáticas sejam registrados). As vendas de armas de uma pessoa para outra são controladas em 5 cantões e completamente livres em todo o resto. Comerciantes de armas no varejo devem manter registro de suas vendas, mas as transações não são apresentadas ou cobradas pelo governo. Na Suíça, as vendas de armas longas e de carabinas de pequeno calibre não são nem mesmo lembradas pelos negociantes.

MOBILIZAÇÃO

Se algum dia uma nação teve uma milícia bem preparada, este pais é a Suíça. O economista do século XIX, Adam Smith, achava que a Suíça era o único lugar onde todas as pessoas haviam sido treinadas com sucesso em tarefas militares. Na realidade, a milícia é virtualmente sinônimo de nação. "O suíço não tem um exército: eles são o exército", diz uma publicação do governo. Completamente mobilizado, o exército suíço apresenta 15,2 homens por quilometro quadrado; em contraste, os EUA e a Rússia tem apenas 0,2 soldados por Km2. A Suíça é 76 vezes mais densa em soldados do qualquer outra super potência. Realmente, somente Israel tem mais exército por Km2.

A Suíça é também a única nação do ocidente que tem abrigos completamente fornidos de comida e suprimentos para um ano para todos os seus cidadãos em caso de guerra. Os bancos e os supermercados subsidiam em muito esta estocagem. Os bancos também tem planos para deslocar seu ouro para o centro montanhoso da Suíça no caso de invasão. A nação está pronta para se mobilizar rapidamente. Disse um soldado suíço: "se nós começarmos pela manhã, estaremos mobilizados pelo final da tarde. Isso porque a arma está em casa, a munição está em casa. Todos os jovens tem metralhadoras. Eles estão prontos para lutar". Os cidadãos-soldados, em seu caminho para os pontos de mobilização, podem fazer parar os automóveis que estiverem passando e ordenar seu transporte.

DEMOCRACIA

Desde 1291, quando as assembléias se reuniam em círculos nas praças das vilas, e somente os homens portando espadas podiam votar, as armas tem sido a marca da cidadania suíça. Como um porta voz do Departamento Militar disse," é uma velha tradição suíça que somente um homem armado tem direitos políticos". Essa política é baseada no entendimento de que somente àqueles que assumem a obrigação de manter o pais livre é permitido gozar completamente dos benefícios da liberdade. Em 1977, o movimento INICIATIVA MUNCHENSTEIN propôs permitir aos cidadãos a escolha do trabalho social, ou em hospitais, como alternativa ao serviço militar. A proposição foi rejeitada nas urnas e nas 2 casas do parlamento (o "Bundesversammlung's Nationalrat" e o "Standerat"). Existe previsão legal para objetores de consciência, mas esse grupo é de apenas 0,2% dos convocados.

RELACIONAMENTO COM OS VIZINHOS

Em 1978, a Suíça recusou-se a ratificar uma decisão do Conselho da Europa sobre controle de armas de fogo. Desde então, a Suíça tem sofrido pressões por parte dos outros governos europeus, que a acusam de ser uma fonte de armas para terroristas. Como resultado, em 1982, o governo central propôs uma lei proibindo estrangeiros de comprar na Suíça armas que eles não poderiam comprar em seus próprios países, e também exigindo que os cidadãos suíços obtivessem uma licença para a compra de qualquer arma, não apenas para as armas curtas.

Os ultrajados usuários de armas suíças formaram, então, um grupo chamado Pro Tell em homenagem do herói nacional Guilherme Tell. Em 1983, o Conselho Federal (o gabinete executivo) abandonou a proposta cerceadora porque a oposição era muitoforte, e sugeriu que os cantões regulassem cada um a sua maneira, a questão. Alguns meses antes, o parlamento do cantão de Friburgo já tinha aprovado tal lei com um único voto de vantagem. Um plebiscito popular anulou a lei no ano seguinte, com 60% dos votos.

CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS

Qualquer que seja o efeito das armas fora da Suíça, eles nem mesmo apresentam os pequenos crimes triviais em qualquer outro pais. Mesmo com todas as armas, a taxa de assassinatos é uma mera fração da americana sendo também menor do que a do Canadá e da Inglaterra (que controla severamente as arma), ou até mesmo do Japão, que praticamente as proíbe. A taxa de crimes com armas de fogo é tão baixa que não há nem mesmo registro estatístico.

A taxa de suicídios, entretanto, é quase o dobro da americana. As armas são usadas em cerca de 1/5 de todo os suicídios na Suíça, comparados aos 3/5 nos EUA e ao 1/3 dos suicídios canadenses.

Não é o verniz cultural suíço, ou suas leis sobre armas, que explicam essa taxa de crimes. Na verdade é a ênfase na atuação comunitária (onde a posse de uma arma é uma parcela de peso) que explica o baixo índice de criminalidade. No livro Cidades com poucos Crimes (CITIES WITH LITTLE CRIME), o autor Marshall Clinard compara a baixa taxa de crimes na Suíça com a mais alta incidência na Suécia, pais onde o controle de armas é mais severo. Esta comparação é mais surpreendente tendo em vista a densidade populacional mais baixa e a homogeneidade étnica da Suécia. Uma das razões para tão pouca criminalidade, diz Clenard, é que as cidades suíças cresceram relativamente devagar. Muitas famílias vivem por gerações no mesmo lugar. Portanto, grandes cidades heterogêneas com enclaves de favelas nunca surgiram.

Orgulhosa por ter o governo central mais fraco do ocidente, a Suíça é governada principalmente pelos seus 3. 095 "Einwohrnergemeinde" (comunas, sub-estados de um cantão). Poucos cantões ainda fazem suas leis pelo tradicional sistema "Labdsgemei", quando todos eleitores qualificados reúnem-se anualmente ao ar livre.

Diferente da polícia do resto da Europa, a polícia suíça é descentralizada. Juizes e jurados são eleitos pelo povo. Com menos mobilidade e laços comunitários profundamente desenvolvidos, é natural que existam poucos crimes.

A maioria das nações democráticas impõe longos períodos de prisão aos criminosos, mas não a Suíça. Para todos os crimes, exceto assassinatos, o suíço raramente fica mais que um ano na prisão; mesmo sérios delinqüentes tem suas sentenças comutadas. Como no Japão, o foco do sistema está na reintegração do transgressor à sociedade, muito mais que na sua punição.

Para os suíços não criminosos, dito é que cada um é seu próprio policial. Visitantes estrangeiros ficam surpresos ao ver os pedestres sempre esperando nos sinais de trânsito mesmo quando não há tráfego. O sistema de transporte público funciona, com sucesso, na base do pagamento voluntário.

Clinard deduz que os fortes governos centrais enfraquecem a iniciativa dos cidadãos e a responsabilidade individual. As comunidades, ou Cidades, que desejam se precaver do crime e da violência devem encorajar uma descentralização política maior através do desenvolvimento de pequenas unidades governamentais e do encorajamento da responsabilidade do povo para com a obediência às leis e ao controle da delinqüência.

No livro NAÇÕES NÃO POSSUÍDAS PELO CRIME, Fred Adler chega as mesmas Conclusões de Clenard. Ela também receita o sistema de governo comunal no qual as leis são decretadas através do voto popular e a estabilidade residencial.

A maioria dos suíços ainda vive em famílias patriarcais tradicionais . De fato, a Suíça tem a mais baixa porcentagem de mães trabalhando em relação a qualquer país europeu. Enquanto no resto do mundo as mulheres estavam lutando por igualdade de direitos, os suíços ainda estavam decidindo se as mulheres poderiam ou não votar (a longa demora na aprovação do sufrágio feminino deve ter algo a ver com a questão dos direitos civis e o serviço militar).

As escolas são severas e os adolescentes têm menos liberdade do que na maior parte da Europa. Os estudos mostram que os adolescentes suíços, diferentemente daqueles nos outros países, sentem-se mais próximos de seus pais do que de seus amigos. A comunicação entre as gerações é muito fácil.

Entre os fatores que contribuem para a harmonia entre gerações está o serviço militar, que oferece uma oportunidade para todos os grupos masculinos interagirem entre si. Adultos e jovens compartilham muitos esportes, como o esqui e a natação. O tiro ao alvo é outra importante atividade comunal, com prêmios e troféus muitas vezes exibidos em restaurantes e tabernas. Todo ano celebra-se o fim de semana "Feldschiessen", quando mais de 200 mil suíços participam das competições nacionais de tiro ao alvo e são consumidos cerca de 5 milhões de cartuchos.

Em Casa, escreve Jonh Mcphee, enquanto o pai limpa o fuzil na mesa da cozinha, seu filho está a observá-lo e a criança , assim, fica familiarizada com a arma. Marshall Clinard explica que, por causa das armas do exército serem guardadas em casa . . . muitas atividades associadas ao cuidado no manejo de armas, prática de tiro ao alvo, ou conversas sobre atividades militares, tornam-se comuns nas famílias. Tudo isso, juntamente com várias outras atividades levadas a cabo na Suíça envolvendo diversas faixas etárias, têm servido para inibir a separação de gerações, alienação, e o crescimento de uma cultura jovem à parte, que tem se tornado, de maneira crescente, uma característica de muitos outros países desenvolvidos,. Embora estes fatores representam somente uma parte do jeito suíço de ser, eles são uma parcela de peso para a baixa taxa de criminalidade e a propensão ao crime.

CONCLUSÕES

Uma análise da legislação de armas suíça mostra como é frágil a argumentação dos anti-armas de que elas são por si só maléficas (o mal materializado). Mostra, também, que o raciocínio simplista "mais armas significam mais crime", tão a gosto de nossos políticos, não é válido.

O oposto também não é verdadeiro. - Será que se o exército começasse a vender canhões e metralhadoras a preços subsidiados ao povo haveria um declínio da criminalidade em nosso país? Certamente não nos primeiros trinta anos.

A Suíça nos mostra apenas que não há relação entre criminalidade e a presença de armas na sociedade. Mostra que mais importante que o número de armas é seu contexto cultural. Na Suíça, as armas são um importante elemento de coesão de uma estrutura social que apresenta baixa taxa de criminalidade. Nota-se, claramente que, o controle dos indivíduos é mais eficiente e mais importante que o controle do Estado.

Para nós, entusiastas de armaria, o sistema suíço parece ser o paraíso. Mas é preciso observar a sociedade como um todo. Na Suíça, ter uma arma em casa não é uma questão de opção individual. É uma obrigação imposta pelo governo e uma exigência da sociedade. Em que outro pais uma imposição deste tipo seria aceita pelos cidadãos?

O que o mundo tem a aprender com a Suíça é que a melhor maneira de se reduzir o mau uso das armas é promover o seu uso com responsabilidade.
Traduzido e adaptado da revista American Rifleman de fevereiro de 1990 por autorização da National Rifle Association.
SOLDATENBUSCH
(Livro do soldado)

Cada cidadão que entra para o exército suíço recebe um exemplar do Soldatenbusch. Lá estão os rudimentos das táticas e técnicas militares, instruções sobre como se proteger das guerras nuclear, química e bacteriológica, assim como técnicas de ocultamento e construção de abrigos.

Mas o Soldatenbusch não é apenas um manual militar. Trata-se de algo mais profundo que podemos definir como um "Manual do Cidadão". Lá, ao lado de uma sinopse da história do país, o soldado encontrará capítulos mostrando a importância da democracia, a importância da participação do soldado nos plebiscitos comunais, e a importância de sua arma na defesa desses valores.

Folheando o Soldatenbusch percebe-se que os princípios democráticos estão firmemente arraigados na população. Num país onde o povo é armado não pode haver outra forma de governo que não seja democrático. Entende-se porque as instituições funcionam e porque existe respeito entre os cidadãos. A outra opção é o banho de sangue.


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