Alerta do Senador Bilbo
"Se nossos edifícios, nossas rodovias e
nossas estradas fossem arruinadas, nós
poderíamos reconstruí-las. Se nossas cidades
fossem destruídas, das próprias ruínas
poderíamos reerguer outras, novas e melhores.
Mesmo se nosso poder militar fosse esmagado, nós
poderíamos gerar filhos que iriam um dia retomar
nosso poder. Mas se o sangue de nossa raça
branca se tornar corrompido e misturado com o
sangue da África, então a atual grandeza dos
Estados Unidos da América seria destruída e
toda esperança pela civilização seria
impossível para uma América negróide assim
como seria a retomada e restauração do sangue
do homem branco, uma vez tendo sido ele misturado
com o do negro.
(Senador Theodore G. Bilbo, do Mississippi, em
1947)
Nas páginas deste panfleto se encontram 100
fatos, a vasta maioria deles podendo ser
facilmente verificada em um conjunto de
enciclopédias, almanaques, textos de psicologia,
e outros materiais de referência comumente
achados em qualquer biblioteca públicos.
A MENTIRA
Inteligentemente escondida dentro desses cem
fatos, para incentivar a leitura, está escondida
uma mentira. Não é uma mentira vinda de um erro
estatístico ou de um erro gramatical, mas uma
falsidade ridícula, que é tão absurda a ponto
de chocar o leitor como um insulto à
inteligência humana, e ao mesmo tempo tão
mortalmente maligna que se permitíssemos que ela
ficasse sem resposta seu custo final seria
incalculável. Eu sinceramente declaro que minhas
motivações não são de insultos ou de ódio,
mas de profundo amor pela humanidade e verdadeira
preocupação pelas suas gerações futuras. Meu
propósito não é enganar, mas sim esclarecer, e
espero que este trabalho o ajude a refletir e
re-examinar seus pontos de vista sobre raça.
FATO Nº 1: A raça branca atravessou oceanos,
navegou rios, escalou montanhas, cultivou
desertos e colonizou os mais improdutivos campos
gelados. Ela foi a responsável pela invenção
da prensa de impressão, distribuição da
eletricidade, vôos, foguetes, astronomia, o
telescópio, viagens espaciais, armas de fogo, o
transistor, o rádio, a televisão, o telefone, a
lâmpada elétrica, a fotografia, o cinema, o
fonógrafo, a bateria elétrica, os automóveis,
as máquinas à vapor, o transporte rodoviário,
o microscópio, os computadores, e milhões de
outros milagres tecnológicos. Ela descobriu
inumeráveis avanços médicos, incríveis
aplicações, progressos científicos, etc. Seus
membros incluíram nomes como Sócrates,
Aristóteles, Platão, Homero, Tácito, Júlio
César, Napoleão, William o Conquistador, Marco
Polo, Washington, Jefferson, Hitler, Bach,
Beethoven, Mozart, Magalhães, Colombo, Cabot,
Thomas Edison, Graham Bell, Pasteur, Leeuwenhoek,
Mendel, Darwin, Newton, Galileu, Watt, Ford,
Lutero, Da Vinci, Poe, Tennyson e milhares e
milhares de outros notáveis indivíduos. (37)
(39)
FATO Nº 2: Através de 6000 anos de história
registrada, o negro africano não inventou nada.
Nem uma língua escrita, roupas tecidas, um
calendário, um arado, uma estrada, uma ponte,
uma ferrovia, um navio, um sistema de medidas, ou
sequer a roda. (Nota: isto se refere ao negro
puro). Ele sequer cultivou uma simples colheita
ou domesticou um único animal para seu próprio
uso (apesar de muitos animais fortes e dóceis
existirem em quantidade ao seu redor). Seu único
meio de transporte de bens era o alto de sua
cabeça dura e encarapinhada. Para abrigar-se,
ele nunca progrediu além da choça de lama, uma
construção que um castor ou lontra é também
capaz de realizar. (21) (39)
INTELIGÊNCIA
FATO Nº3: O Q.I. dos negros norte-americanos
está entre 15 e 29 pontos, em média, abaixo do
Q.I. dos brancos norte-americanos. (26) (16) (18)
(22)
FATO Nº4: Estas diferenças Negras/Brancas têm
sido demonstradas repetidamente por todos os
testes já realizados, por cada departamento
militar dos Estados Unidos, cada estado, cada
município e cada escola, pelo Departamento de
Educação Norte-Americano, etc. A mesma taxa de
diferença tem se mantida verdadeira por mais de
40 anos. (18) (26) (24)
FATO Nº5: Com uma média de Q.I. de 85, somente
16% dos negros chegam a pontuar 100, enquanto que
metade da população branca consegue. A
sobreposição negra da média de Q.I. branca
varia de 10 a 25 por cento -- a igualdade requer
50 por cento. (31) (27) (16)
FATO Nº 6: Negros são 6 vezes mais prováveis
de ter um Q.I. entre 50 e 70, o que coloca-os na
categoria de aprendizagem lenta (retardados),
enquanto brancos são dez vezes mais prováveis
de pontuarem 130 ou mais. (15) (16) (18) (23)
FATO Nº 7: O exame do governo Norte-Americano
"PACE" (Marcha), procedido em 100.000
graduados universitários que se candidatam a
empregos profissionais ou administrativos no
serviço civil todos os anos, consegue ser
realizado com uma pontuação de 70 ou acima por
58% dos brancos que o realizam, mas somente por
12% dos negros. Entre aqueles que obtém maior
pontuação, a diferença entre negros e brancos
é ainda mais chocante: 16% dos candidatos
brancos pontuam 90 ou acima, enquanto somente um
quinto de um por cento (0,20%) dos candidatos
negros pontuam 90 ou acima -- uma diferença de
80 para 1 de sucesso branco/negro. (27)
FATO Nº 8: As diferenças entre crianças negras
e brancas aumentam com a idade cronológica,
sendo que o vão em performance atinge o maior
tamanho no período do colegial e na faculdade.
(31) (26)
FATO Nº 9: As diferenças em Q.I. entre brancos
e negros são constantemente desculpadas como
resultado de variações ambientais, mas no
mínimo cinco estudos que tentaram equacionar
históricos sócio-econômicos das duas raças
indicaram nenhuma mudança significativa nos
resultados relativos. À medida que o ambiente
melhora, os resultados dos negros também
melhoram, mas também melhoram os resultados dos
brancos. O vão não é diminuído (26). De fato,
vastas pesquisas pelo Dr. G.J. McGurk, professor
associado da Universidade de Psicologia de
Villanove, revelam que o vão de inteligência
entre negros e brancos AUMENTA onde os níveis
sócio-econômicos de ambas as raças são
elevados para à classe média. (18)
FATO Nº 10: Em 1915, o Dr. G.W. Ferguson
selecionou 1000 crianças estudantes na
Virgínia, dividiu-as em 5 categorias raciais, e
testou-as com relação às suas aptidões
mentais. Em média, negros puros-sangues
pontuaram 69,2% tão alto quanto brancos.
Crianças três quartos negras pontuaram 73,0%
tão alto quanto os brancos. Crianças metade
negras pontuaram 81,2% tão alto quanto os
brancos. Crianças um quarto negras pontuaram
91,8% da pontuação média branca. Todos esses
negros viviam e eram considerados por si
próprios como "negros". Seus ambientes
e "vantagens" ou desvantagens eram
exatamente os mesmos. (14). Também ver (26),
pág. 452.
FATO Nº 11: Resultados do teste Beta do
Exército Norte-Americano ministrado a mais de
386.000 soldados analfabetos na Primeira Guerra
Mundial mostraram que os candidatos negros eram
inferiores aos brancos em todos os tipos de
testes usados no Exército. Adicionalmente,
testes foram conduzidos em negros puros, mulatos
e quadroons (um quarto negro). Foi descoberto que
os grupos mais claros obtinham as melhores
pontuações. (14)
FATO Nº 12: Estudos conduzidos com gêmeos
idênticos criados separados em ambientes
radicalmente fornecem evidências conclusivas de
que a influência geral da hereditariedade
ultrapassa a do ambiente em uma proporção de 3
para 1. (41)
FATO Nº 13: Mesmo quando negros e brancos têm
os mesmos antecedentes, em termos de renda
familiar e vantagens durante a infância, os
negros ainda assim têm pontuações médias de
Q.I. de 12 a 15 pontos abaixo dos brancos
comparados. Isto inclui casos onde crianças
negras foram adotadas por pais brancos. Seus
Q.I.s podem ser melhorados pelo ambiente, mas
eles ainda são bem mais próximos dos Q.I.s dos
seus pais biológicos do que de seus pais
adotivos. (3) (15) (26)
FATO Nº 14: Ideólogos igualitários
freqüentemente desprezam os resultados de testes
de Q.I. com a desculpa de que eles seriam
culturalmente tendenciosos. No entanto, NINGUÉM,
nem a NAACP ou o Fundo Universitário dos Negros
Unidos (United Negro College Fund), nem a NEA foi
capaz de desenvolver um teste de inteligência
que mostrasse negros e brancos pontuando
igualmente. (15) (42) (3)
FATO Nº 15: Índios norte-americanos, que
freqüentemente vivem em condições muito piores
do que os negros norte- americanos durante suas
vidas inteiras, ainda assim consistentemente
pontuam acima deles nos testes de Q.I. (3) (27)
FATO Nº 16: Os descendentes de casamentos
inter-raciais tendem a ter Q.I.s menores do que o
do genitor (pai ou mãe) branco. (11) (26)
O CÉREBRO DO NEGRO
FATO Nº 17: Numerosos estudos foram feitos
comparando os pesos dos cérebros branco e negro,
com resultados que chegam a um número entre 8 e
12 por cento a menos em peso para o cérebro
negro. Tais estudos foram conduzidos por Bean,
Pearl, Vint, Tilney, Gordon, Todd, e outros. (23)
(27)
FATO Nº 18: Acrescentando à diferença em peso
cerebral, o cérebro negro cresce menos depois da
puberdade do que o cérebro branco. Apesar de que
o cérebro do negro e seu sistema nervoso atingem
a maturidade mais rapidamente do que o do branco,
seu desenvolvimento pára numa idade anterior, o
que limita avanços intelectuais posteriores.
(22) (27)
FATO Nº 19: A espessura da camada supragranular
(a camada externa) do cérebro do negro é cerca
de 15 por cento mais fina, e suas
circunvoluções são em menor número e mais
simples, em média do que as do cérebro branco.
(9)
FATO Nº 20: Os lobos frontais do cérebro do
negro responsáveis pelo raciocínio conceptual
abstrato são menores relativos ao tamanho
cerebral, com menos fissuras e menos complexos do
que os do cérebro branco. (9) (27) (23) (22)
ANTROPOLOGIA
FATO Nº 21: O nome Homo Sapiens foi
primeiramente usado pelo botânico sueco Carolus
Linnaeus, no século 18. A palavra
sapiens significa sábio.
O nome foi originalmente usado para se referir ao
homem branco e ser sinônimo de
europaeus (europeu). Como resultado,
muitos taxonomistas e geneticistas acreditavam
que os negros e outras raças deveriam ser
classificados como espécies diferentes. De fato,
Darwin declarou no livro The Descent of
Man que as variedades da humanidade eram
tão diferentes entre si que diferenças
similares achadas em qualquer outro animal
garantiriam a sua classificação em diferentes
espécies, se não até mesmo em diferentes
gêneros. (39)
FATO Nº 22: Para seu monumental trabalho, A
Origem das Raças, o Professor Carleton Coon,
presidente da Associação Norte-Americana de
Antropólogos Físicos e um dos maiores
geneticistas mundialmente, coletou maciças
evidências da geografia, anatomia, genética,
fisiologia, dentição comparativa,
lingüística, arqueologia e registros fósseis
de mais de 300 sítios arqueológicos de ossos
para verificar sua teoria do surgimento das
diferenças raciais anteriores ao Homo sapiens.
Em outras palavras, o Homo erectus era dividido
em raças antes mesmo da evolução para o
estágio de Homo sapiens. (12)
FATO Nº 23: De acordo com o Dr. Coon, enquanto
as sub-espécies caucasóides (a raça branca)
estava evoluindo na Europa, a raça negra estava
estagnada no plano evolucionário e está hoje a
mais de 200.000 anos atrasada em relação ao
europeu com relação ao desenvolvimento craniano
e cerebral.(9)
FATO Nº 24: O crânio negro, além de ter um
volume cerebral menor e ossos mais espessos do
que o do branco, é prognata; isto é, a parte
inferior da face é projetada para frente, de
forma semelhante ao focinho de um animal. Como
conseqüência, a mandíbula do negro é
substancialmente mais longa, relativa a sua
largura, do que a mandíbula branca. Uma
característica da mandíbula rebaixada do negro
é a retenção de um vestígio da placa
símia, uma região óssea logo atrás dos
dentes incisivos. A placa símia é uma
característica distinta dos macacos, e é
ausente nos brancos. (9) (12) (39)
FATO N º25: A pele do negro é mais grossa e
possivelmente superior a do branco no aspecto que
ela impede melhor a penetração de germes e na
sua proteção contra os raios ultravioletas do
sol. (39) (14)
FATO Nº 26: A cor escura do negro é devido ao
pigmento melanina, que está espalhado em todas
as camadas da pele, e é encontrado até mesmo
nos músculos e no cérebro. (9) (27)
FATO Nº 27: Um dentista africano pode distinguir
um dente de um negro de um dente de um branco
numa olhada. (14)
FATO Nº 28: Negros têm braços mais longos,
relativos à altura do corpo, do que brancos.
Esta característica, junto com seus ossos
cranianos muito mais grossos, dá aos atletas
negros uma vantagem sobre os brancos no boxe. As
peculiaridades esqueléticas e musculares dos
membros inferiores dos negros lhes deram
considerável sucesso como corredores de curta
distância, mas deixaram-os relativamente
indistintos quanto a corridas de longa
distância. (39) (27)
FATO Nº 29: DIFERENÇAS ADICIONAIS
O cabelo é negro, crespo e encarapinhado, sendo
que sua estrutura como fio é chata e elíptica,
sem um canal central ou duto, como o cabelo dos
brancos europeus..
O nariz é grosso, largo e achatado,
freqüentemente com as narinas viradas para fora,
expondo a parte vermelha interior do nariz, de
forma similar a de um macaco.
Os braços e pernas do negro são relativamente
mais longos que os dos europeus. O úmero (osso
do braço) é um pouco mais curto, e o antebraço
é mais longo, portanto aproximando-se da forma
simiesca. Os olhos são proeminentes, a íris é
negra e as órbitas são maiores. Os olhos
freqüentemente têm uma esclerótica amarelada,
como a de um gorila. O negro tem um tronco mais
curto, e o corte transversal (perfil) do peito é
mais arredondado do que nos brancos. A pélvis é
mais estreita e longa como num macaco.
A boca é larga, com lábios muito grossos,
grandes e projetados para frente. A pele negra
tem uma grossa camada superficial calosa que
resiste ao atrito e impede a penetração de
germes.
O negro tem um pescoço maior e mais curto, como
o dos antropóides.
As suturas cranianas são mais simples do que as
dos brancos e se fecham mais cedo.
As orelhas são arredondadas, relativamente
pequenas, ficando mais para cima e destacadas,
aproximando-se, portanto, da forma simiesca.
O negro é mais fortemente desenvolvido da
pélvis para baixo, e o branco mais desenvolvido
no tronco e peito.
A mandíbula do negro é maior e mais forte, e se
projeta para frente, junto com uma testa mais
baixa e retraída, projetada para trás,
resultando num ângulo facial entre 68 e 70
graus, oposto a um ângulo facial de 80 a 82
graus para os europeus.
As mãos e dedos são proporcionalmente mais
estreitos e longos. Os pulsos e tornozelos são
mais curtos e mais robustos.
Os ossos frontais e parietais do crânio são
menos escavados e menos espaçosos. O crânio é
mais grosso, especialmente dos lados.
O cérebro do negro em média é 9 a 20% menor do
que o dos brancos.
Os dentes são maiores e mais largos entre si do
que na raça branca.
As três curvaturas da coluna vertebral são
menos pronunciadas no negro do que no branco e,
portanto mais próximas das características de
um macaco.
O fêmur do negro é menos oblíquo, a tíbia
(osso da canela) é mais curvo e torcido para
frente, a panturrilha da perna é mais alta,
porém menos desenvolvida.
O calcanhar é largo e saliente, o pé é longo e
largo, mas pouco arcado, causando pé chato, e o
dedo maior é menor do que no branco.
Os dois ossos apropriados para o nariz são
ocasionalmente unidos, como nos macacos.
FATO Nº 30: Estudos de grupos sanguíneos feitos
durante a Segunda Guerra Mundial sugerem que o
pool genético do negro norte-americano é cerca
de 28% branco. Isto apesar de todos os tipos de
discriminação institucional, segregação
social, etc. Mantenha em mente que os resultados
de testes com verdadeiros negros africanos iriam
mostrar diferenças ainda maiores dos brancos.
(32) (14)
CRIME
FATO Nº 31: A taxa na qual negros cometem
assassinato é treze vezes maior do que a dos
brancos; Estupro e agressões, dez vezes. Estes
números, vindos de relatórios do F.B.I., variam
de ano para ano, mas claramente mostram a
tendência da década passada. (27) (6) (13)
FATO Nº 32: De acordo com o departamento de
justiça, 1em cada 4 homens negros entre 20 e 29
anos está atualmente na prisão, em sursis
(suspensão condicional de uma sentença) ou
condicional. (32) (6) (3)
FATO Nº 33: Apesar de serem somente 13% da
população dos Estados Unidos, os negros cometem
mais de metade dos estupros e roubos, e 60% de
todos os assassinatos nos Estados Unidos. (32)
(27) (6)
FATO Nº 34: Aproximadamente 50% de todos os
homens negros serão presos e acusados de um
crime grave durante seus períodos de vida. (27)
FATO Nº 35: Um negro é 56 VEZES mais provável
de atacar uma pessoa branca do que o inverso. (3)
(32)
FATO Nº 36: Estupradores negros escolhem
vítimas brancas mais da metade das vezes
(54,9%), 30 vezes mais do que brancos escolhem
vítimas negras. (2) (32) (28)
FATO Nº 37: O relatório anual do Departamento
de Justiça mostra que quando brancos cometem
violência eles a fazem contra negros 2,4% das
vezes. Negros, por outro lado, escolhem vítimas
brancas MAIS DA METADE das vezes. (3)
FATO Nº 38: Em Nova York, qualquer branco tem
MAIS DE 300 VEZES MAIS CHANCE de ser agredido por
uma gangue de negros do que um negro ser agredido
por uma gangue de brancos. (32)
FATO Nº 39: Muita gente argumenta que as altas
taxas de encarceramento negro mostra que a
polícia centra seus esforços em crimes negros e
ignora crimes do colarinho branco. No entanto,
negros cometem também um número desproporcional
de crimes do colarinho branco. Em 1990, negros
eram 3 vezes mais prováveis de serem presos por
fraude, falsificação, e desfalques do que
brancos. (32) (6)
FATO Nº 40: Muita gente acredita que o crime é
produto da pobreza e da falta de
oportunidades. No entanto, o distrito
de Colúmbia, que possui as maiores médias de
salários anuais e está em segundo lugar apenas
atrás do Alasca em renda pessoal per capita,
lidera a nação em todas as categorias de crime,
incluindo assassinato, roubo, lesões corporais e
roubo de veículos. O Distrito de Colúmbia
(Washington, capital dos Estados Unidos) também
tem o mais estrito controle de armas, o maior
custo policial per capita, as maiores
proporções de policiais e oficiais corretores
por cidadão e a maior taxa de encarceramento.
Sua população permanente é 80% negra. A
Virginia Ocidental (West Virginia), que tem a
menor taxa de crimes do país, sofre de pobreza
crônica e possui a mais alta taxa de desemprego
nos Estados Unidos. Ela também tem a menor
proporção de policiais per capita. A Virgínia
Ocidental é mais de 96% branca. (33)
A FAMÍLIA NEGRA
FATO 41: 46% dos negros urbanos entre idades de
16 e 62 anos está desempregada. (27)
FATO 42: Mais de 66% dos filhos dos negros são
nascidos fora do casamento. Per capita, a taxa de
filhos ilegítimos deles é dez vezes superior a
dos brancos. (32) (27)
FATO 43: Negros são 4,5 vezes mais prováveis do
que brancos de viverem do seguro social. (32)
FATO 44: Mais de 35% de todos os homens negros
nas cidades norte-americanas são viciados em
drogas ou em álcool. (27)
BELEZA
FATO Nº 45: Na edição de janeiro de 1986 do
Jornal de Estudos Étnicos e Raciais,
"Preferência de cor de pele, dimorfismo
sexual e seleção sexual: um caso de
co-evolução genético-cultural?", por
Peter Frost e Pierre Van der Herghe, constatou
que em qualquer raça, as mulheres tendem a ter a
pele mais clara que o homem. Usando arquivos
etnográficos padrões de 51 sociedades nos 5
continentes nos quais foram registrados suas
preferências pela cor da pele humana, o estudo
encontrou que 30 preferiam mulheres mais claras,
e 14 preferiam homens mais claros. As culturas da
Índia, China, Brasil e Bali, assim como os
árabes e os negros, consideram as mulheres mais
brancas como as mais bonitas (perpetuando o
atrativo estético da pele de marfim, bochechas
rosadas, olhos azuis e cabelos louros do
"ideal nórdico" de beleza feminina)
mesmo quando eles não possuem a capacidade
genética de reproduzir tal organismo. Com o
passar do tempo, o estudo disse, as classes
superiores de todas as raças têm se tornado
mais claras de pele do que o resto de seus
compatriotas, porque a elite tem escolhido
repetidamente as mulheres mais claras das classes
mais baixas para procriar. (ver também Nº 11)
FATO Nº 46: Uma pesquisa científica sobre o que
constitui a beleza humana, na qual 300 juízes de
variadas origens foram apresentados a retratos
fotográficos e perguntados ao grau de beleza da
face do indivíduo revelou que brancos nórdicos
são universalmente reconhecidos como os humanos
mais atraentes, até mesmo pelos negros. Os
juízes foram instruídos a avaliar as faces
somente de acordo com seus critérios e
padrões pessoais de beleza, e não considerar
normas populares. Os resultados do estudo
Idade, sexo, raça, e a percepção da
beleza facial, publicados em Developmental
Psychology, 5, Novembro de 1971, págs 433-439,
estão reproduzidos abaixo.
ESTUDO SOBRE AVALIAÇÃO DE BELEZA POR
GRUPOS
Características dos Juízes
Grupos melhor avaliados
Brancos de 7 anos
Adolescentes brancos
Negros de 7 anos
Adolescentes brancos
Brancas de 7 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 12 anos
Adolescentes brancas
Negros de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 12 anos
Adolescentes brancas
Negras de 12 anos
Adolescentes brancas
Brancos de 17 anos
Adolescentes brancas
Negros de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancas de 17 anos
Adolescentes brancas
Negras de 17 anos
Adolescentes brancas
Brancos adultos
Adolescentes brancas
Negros adultos
Adolescentes brancas
Brancas adultas
Adolescentes brancos
Negras adultas
Adolescentes brancos
FATO Nº 47: Em experiências nas quais crianças
negras foram deixadas livres para brincar com
bonecas brancas e negras, foi descoberto que a
maioria delas preferiria brincar com bonecas
brancas. Isto é verdadeiro por todo o mundo.
Até mesmo em locais como Tobago. (32) (22) (23)
HISTÓRIA NORTE-AMERICANA
FATO Nº 48: A Declaração da Independência,
que contém a tão repetida frase
todos os homens são criados iguais
foi escrita por Thomas Jefferson, que possuía
cerca de 200 escravos na época, e que nunca
libertou um deles, incluindo os mulatos e os
quadroons (1/4 negro). As palavras de
Jefferson certamente não se referiam aos negros,
que na época não tinham nenhum lugar na
sociedade, exceto como propriedade. (27) (38)
(31)
FATO Nº 49: A Constituição foi escrita por e
para o povo, e dedicada para
nós e nossa posteridade. Todos os 55
delegados que se encontraram em Filadélfia para
escrever a Constituição e todos os membros das
convenções dos 13 estados que a ratificaram
eram da raça branca. (38) O DICIONÁRIO
WEBSTER'S DE 1828 define posteridade como:
POSTERIDADE. 1. Descendentes; filhos, filhos dos
filhos, etc. indefinidamente; a raça que procede
de um progenitor. 2. Num senso geral, gerações
sucessivas; oposto a ancestrais. . .
FATO Nº 50: A 14ª Emenda é inválida pelas
seguintes razões: Ela nunca foi ratificada por
três quartos de todos os Estados da União de
acordo com o artigo 5 da constituição dos
Estados Unidos. De 37 Estados, 16 a rejeitaram.
Muitos dos Estados que foram contados como a
ratificando foram compelidos a fazer isso sob
ameaça da ocupação militar. Qualquer ato legal
considerado sob ameaça de força e coerção é
automaticamente nulo e inválido.
O FATO de que 23 Senadores foram ilegalmente
excluídos do Senado Norte-Americano mostra que a
Resolução Conjunta propondo a Emenda não foi
submetida ou adotada por um Congresso
constitucional.
A intenção da 14ª Emenda é repugnante à
Constituição original dos Estados Unidos e à
Lei Orgânica da nação. Ela não iria, e não
poderia repelir qualquer coisa que fosse parte da
Lei Orgânica. Portanto, os princípios
precedentes e decisões anteriores a tornam nula.
(23)
FATO Nº 51: Na Proclamação de Emancipação
proferida por Abraham Lincoln em setembro de 1862
ele disse: Eu tenho insistido na
colonização dos negros (de volta para a
África) e eu irei continuar. Minha Proclamação
de Emancipação estava ligada a esse plano (de
colonização). Não há lugar para duas raças
distintas de homens brancos na América, muito
menos para duas raças distintas, de brancos e
negros . . . . Eu não consigo pensar em uma
calamidade maior do que a assimilação do negro
em nossa vida social e política como um nosso
igual . . . Dentro de vinte anos nós podemos
pacificamente recolonizar o negro (de volta na
África) . . . sob condições nas quais ele
poderá voltar a plena humanidade. Isso ele nunca
poderá fazer aqui. Nós nunca conseguiremos
realizar a união ideal que nossos pais
fundadores sonharam, com milhões de seres de
raças estranhas e inferiores entre nós, cuja
assimilação não é possível nem
desejável. (27)
FATO Nº 52: Lincoln de fato propôs uma emenda
à constituição que iria autorizar o Congresso
a recolonizar todos os negros libertos de volta
na África. Em 15 de agosto de 1862, o Congresso
arrecadou mais de meio milhão de dólares para
esse propósito. Milhares de negros já tinham
sido mandados de volta para a África quando
Lincoln foi morto com um tiro. (27)
WASHINGTON D.C.
FATO Nº 53: O Distrito de Columbia, que é
aproximadamente 70% negro, lidera os Estados
Unidos em muitas áreas:
A maior taxa de crimes do país.
O controle mais rígido de armas.
A maior taxa de aprisionamento.
A maior taxa de natalidade.
A maior taxa de mortalidade.
A maior taxa de assistência federal per capita.
O maior número de receptores de cheques da
assistência social, welfare, per
capita.
A mais alta taxa de nascimentos ilegítimos.
A mais alta taxa de abandono escolar, mesmo
quando os professores são os mais bem pagos nos
Estados Unidos.
A mais alta taxa de gonorréia e sífilis.
A mais alta incidência de AIDS. (33) (32)
PORTUGAL
FATO Nº 54: Povoado por uma população branca,
a nação de Portugal cresceu em quatro séculos
para ser a mais rica e poderosa nação no mundo.
Um grande poder comercial e marítimo, Portugal
tinha grandes colônias na Ásia, África e
América. Seus marinheiros foram os primeiros a
explorar as costas da África ocidental e
trouxeram com eles centenas de escravos negros.
Pelo ano de 1550, no ápice do poder de Portugal,
um décimo de sua população era negra. Hoje, a
população de Portugal é descrita como sendo
uma das mais homogêneas da Europa, tendo
lentamente absorvido a genética negra. Em 1975 o
país tinha perdido todos os seus territórios
exteriores. Seus trabalhadores são os mais
mal-pagos na Europa eles têm a maior taxa de
analfabetismo e uma grande taxa de mortalidade
infantil. Em termos de arte, literatura, música,
ciência e filosofia, o novo Portugal
tem produzido praticamente nada em 100 anos, e
pela maioria dos padrões é a nação mais
atrasada da Europa. *Lembre-se que a população
negra dos Estados Unidos é aproximadamente de
13%. (27)
HAITI
FATO Nº 55: A República do Haiti, a única
república completamente negra no Hemisfério
Ocidental também é a nação mais pobre no
Hemisfério Ocidental. O Haiti também tem a
expectativa de vida mais curta, o maior
analfabetismo, a menor taxa de consumo de jornais
e publicações per capita, a menor renda e PIB
per capita, e o mais baixo nível de estabilidade
política. (27)
FATO Nº 56: O Haiti já teve um futuro
promissor. Antes de 1789, como uma colônia
francesa sob domínio branco, San Domingo (Haiti)
era tão rica ou mais em produtividade do que
todas as 13 colônias Norte-Americanas. Ela era
considerada a jóia da coroa do
sistema colonial francês, e era de
FATO a mais próspera colônia do mundo. Povoada
por 40.000 brancos, 27.000 mulatos livres e
450.000 escravos negros, um clima generoso e um
solo produtivo, ela fornecia para toda a França
e metade da Europa com açúcar, café e
algodão. Mas em 1791, o governo francês
anunciou um decreto ordenando o Haiti a dar poder
de voto aos mulatos, e logo anunciou outra,
ordenando a libertação de todos os escravos.
Isto resultou em uma sangrenta guerra civil na
qual a população branca inteira (40.000
franceses) foi assassinada, até o último homem,
mulher e criança. Estupro, decapitação e
mutilação foram cometidos quase universalmente
com seus corpos. (22) (23)
FATO Nº 57: Depois que os negros massacraram os
últimos restantes da população branca em 1804,
o Haiti permaneceu como parte de São Domingo,
até que em 1844 ele se tornou uma
república separada. Entre 1844 e
1915, somente um presidente haitiano completou
seu período inteiro de mandato. Quatorze foram
expulsos por levantes armados, um foi explodido,
um foi envenenado e outro foi cortado em pedaços
por uma multidão enfurecida. Entre 1908 e 1915
as revoluções e assassinatos aumentaram tão
rapidamente que uma ocupação militar
Norte-Americana foi necessária para restaurar a
ordem. Ela durou de 1915 a 1934. Depois disso
seguiram-se doze anos de domínio por um mulato
da elite que se acabaram quando militares negros
reassumiram o controle em 1946. Desde então
corrupção total e assassinato político têm
sido a regra. (23)
ÍNDIA
FATO Nº 58: Os povos negróides da Índia têm
sido sujeitos a numerosas invasões brancas por
mais de 5000 anos, levando a ascensão e queda de
uma civilização após outra, sempre que os
invasores brancos acabavam absorvidos pelas
massas não-brancas. Então, por volta de 1800
a.C, os Arianos novamente invadiram, pelo
noroeste, desta vez estabelecendo um rígido
sistema de castas (varna, que
significa cor), um sistema de supremacia branca
que eventualmente passou a fazer parte integral
da religião hindu. Mistura racial foi banida e
punida com a morte (5) (37)
FATO Nº 59: Liderados por uma classe dominante
Ariana, a Índia Clássica floresceu como uma
grande cultura, dando expressão à filosofia,
poesia, ciência, matemática e literatura. A
terra prosperou como nunca antes, (e também
depois).
FATO Nº 60: O sistema de castas durou por cerca
de 2000 anos (provavelmente mais do que qualquer
outra civilização sob circunstâncias raciais
similares). No entanto, as castas acabaram
eventualmente se quebrando devido à
miscigenação e hoje em dia praticamente não
existem mais brancos puros restantes na Índia.
(39) (37) (10)
FATO Nº 61: Hoje, a Índia possui 834 milhões
de habitantes (atualmente mais de 1 bilhão), que
falam 150 línguas e dialetos diferentes. Quando
a chuva anual é insuficiente, eles morrem de
fome numa taxa de cerca de 2.000.000 a 6.000.000
por ano. A Índia tem a mais alta taxa de
natalidade na Ásia, uma das mais baixas rendas
per capita do mundo, e uma taxa de analfabetismo
de cerca de 70% (35) (33)
EGITO
FATO Nº 62: O Antigo Egito foi fundado e
construído por Caucasianos Mediterrâneos
(brancos) desde 4500 a.C. O período de grandeza
do Egito foi de 3400 a.C até 1800. a.C. e foi
caracterizado pela sua incrível arquitetura,
pirâmides, templos e domínio da matemática e
da engenharia, sendo que os remanescentes estão
evidentes até hoje. Os Egípcios brancos foram
os pioneiros na medicina, química, astronomia e
leis; em muitos casos, seus feitos permanecem
inigualáveis. (37) (39) (21)
FATO Nº 63: Mas por volta de 3400 a.C, a
civilização egípcia começou a se espalhar
pelo rio Nilo, causando um contato próximo com
os Núbios negros no sul. Logo eles estavam
usando negros para o trabalho escravo e o Egito
se tornou o primeiro caldeirão de mistura
racial da história (melting
pot). (39) (10) (14)
FATO Nº 64: Com o tempo, a infusão do sangue
negro subiu desde as classes inferiores da
sociedade Egípcia. Os escravos acabaram sendo
libertados, receberam igualdade política e
tomaram postos de autoridade no governo. (10)
(37)
FATO Nº 65: Pela época do rei Tut (1370-1352
a.C.) até mesmo as classes dirigentes já tinham
se miscigenado e o Egito entrou em uma espiral
descendente. Hoje, o antes todo-poderoso Egito é
um típico país de terceiro mundo, tendo perdido
sua arte, sua medicina, sua habilidade
arquitetônica, e sua posição nos assuntos
mundiais. (10) (37)
A noção absurda de que o Antigo Egito foi um
produto da engenhosidade negra está sendo agora
amplamente disseminada nas escolas. Apesar de os
estudiosos saberem que essa é uma mentira
descarada, eles justificam a enganação ao
declarar que ela irá impulsionar a
auto-estima das crianças negras.
ÁFRICA DO SUL
(Nota: Estes fatos provavelmente irão
mudar drasticamente agora que a África do Sul
caiu sob domínio negro)
FATO Nº 66: Gente branca tem vivido na África
do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há
mais de 300 anos têm existido colônias brancas
na África do Sul, o mesmo período de tempo que
europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo
150 anos após as primeiras colônias serem
estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda
não havia quaisquer negros num raio de 500
milhas. Os negros vieram da África central
depois, possivelmente fugindo do tráfico de
escravos ou devido à fome. De fato, a maioria
dos negros na África do Sul nasceu em outros
países. (29) (8) (14)
FATO Nº 67: A África do Sul é de longe a
nação mais rica e mais desenvolvida na África,
produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é
quase totalmente auto-suficiente, portanto
boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia.
De fato, a maior parte da África é dependente
da África do Sul. A África do Sul é (era)
governada por uma república parlamentar
ocidental e estritamente segregada racialmente. A
África do Sul garante (garantia) total autonomia
de governo aos negros em suas próprias áreas do
país. (29) (8) (14)
FATO Nº 68: Apesar da África do Sul ser
eternamente criticada pela imprensa mundial por
seu separatismo racial, seus negros vivem melhor
do que os negros de qualquer outra nação
africana e estão se multiplicando rapidamente e
com saúde. 87% dos custos de assistência social
para negros estão sendo pagos pelo homem branco.
Isso inclui comida, roupas, treinamento
profissional, casas, educação e serviços de
saúde, até mesmo aposentadorias. (14)
FATO Nº 69: Milhares de negros sul-africanos se
formam em universidades a cada ano, mais do que
três vezes o resto da África combinado. Cada
criança negra na África do Sul está a uma
distância atingível a pé de uma escola
primária. O maior hospital da África, que
praticamente só serve exclusivamente a negros e
realiza cerca de 1800 operações por mês, está
na África do Sul. (14)
FATO Nº 70: Os negros na África do Sul possuem
mais carros do que todos os cidadãos da União
Soviética. (29)
FATO Nº 71: A África do Sul tem mais médicos,
advogados, profissionais em geral e milionários
negros do que todo o resto do mundo combinado.
(8)
FATO Nº 72: De fato, as condições são tão
más para os negros na África do Sul
que o país tem um enorme problema com a
imigração ilegal negra, tendo mais de um
milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.
(14) (29)
ISLÂNDIA
FATO Nº 73-75: A Islândia, a única nação
totalmente branca no mundo, tem a maior taxa de
alfabetização e instrução do mundo, 100%. É
uma ilha de magma vulcânico resfriado,
localizada logo ao sul do Círculo Polar Ártico.
Ela não tem carvão, combustíveis, florestas,
riquezas minerais ou recursos naturais e nenhum
rio navegável. 75% do interior é inabitável e
somente 1% da terra é arável. A Islândia é a
mais jovem nação da Europa e um dos países
mais isolados do mundo. No entanto, a Islândia
é a segunda nação em expectativa de vida e tem
um dos mais altos padrões de vida no mundo, em
termos de renda per capita. Ela tem
impressionantes instalações médicas e um
próspero negócio no ramo de publicações.
Praticamente toda família tem um telefone. Após
a graduação na faculdade, cada estudante
islandês aprendeu cinco idiomas. (33)
MARTIN LUTHER KING
FATOS Nºs 75-77: Em 31de janeiro de 1977, os
registros do FBI sobre Martin Luther King foram
selados por ordem judicial até o ano 2027,
porque, segundo disse sua mulher, sua
liberação pública iria destruir sua
reputação. Esses registros são cercados
de rumores sobre conterem exemplos de perversões
sexuais bizarras e homossexualismo, e provas de
que King estava sob ordens diretas de espiões
soviéticos, e financiado pelo Partido Comunista.
FATO Nº 78: O jornal The Wall Street Journal (de
9 de Novembro de 1990) revelou que os editores da
Universidade de Stanford dos Papéis de
Martin Luther King Jr. têm conhecido por
muito tempo que King era culpado de plágio em
sua tese doutoral na Universidade de Boston em
1955, tendo levantado significantes porções de
trabalhos de outros escritores e estudantes
universitários.
FATO Nº 79: Martin Luther King freqüentemente
buscava prostitutas e pagava-as com o dinheiro de
sua igreja. Ainda assim, o congresso votou em
tornar o aniversário de King um feriado
nacional, na maioria dos lugares substituindo o
dia de Colombo ou o aniversário de Washington
como um dia de cerimônia oficial.
FATO Nº 80: Quase todos os estados na união
têm um feriado à Martin Luther King, e quase
todas as cidades tem uma praça King ou um centro
cívico King. Ainda assim, evidências eleitorais
sugerem que os norte-americanos irão quase
sempre votar contra honras para King sempre que
dada a chance. (41)
INFORMAÇÕES GERAIS
FATO Nº 81: O continente inteiro da África,
talvez a terra mais rica do planeta, responde por
somente 3% do comércio mundial. (27)
FATOS Nº 82-84: Praticamente todos os negros que
foram líderes em campos diferentes dos esportes
ou música tiveram alguma ascendência branca:
Fredick Douglas, W.E.B. Dubois, Booker T.
Washington, George Washington Carver, Alex
Hailey, Thurgood Marshall, Bryant Gumbell, Colin
Powell, Carl Rowan, Ed Bradley, Doug Wilder, etc.
De acordo com o Dr. E.B. Reuter, ". . . Dos
mais bem sucedidos e famosos homens que a raça
negra produziu, ao menos 13/14 são homens de
sangue misturado. (27) (21)
FATO Nº 85: Negros são 50 vezes mais prováveis
de portarem sífilis do que brancos. (32)
FATO Nº 86: Duas vezes mais negros recebem uma
dispensa desonrosa do Exército dos Estados
Unidos do que brancos. (32)
FATO Nº 87: Uma mulher branca tem 15 vezes mais
chance de contrair AIDS ao praticar sexo com um
negro do que com um homem branco heterossexual.
(U.S. Centers for Disease Control/ Centro de
Controle de Doenças dos Estados Unidos)
FATO Nº 88: 90% das crianças norte-americanas
com AIDS são negras ou hispânicas. (36)
FATOS Nº 89-92: Em 1950, as escolas
norte-americanas estavam entre as melhores do
mundo. No entanto, elementos vocais dentro de
nossa sociedade exigiram que as escolas públicas
tivessem um papel de engenharia social assim como
educacional. Violentos distúrbios na educação
norte-americana foram ordenados pela Suprema
Corte com o propósito de quebrar as barreiras
raciais. Por 30 anos, as escolas norte-americanas
têm desviado gigantescos recursos em
integração forçada, cotas e transferência
forçada de alunos de raças diferentes para
equilibrar racialmente uma escola de
um determinado bairro (bussing).
(Poucas pessoas têm idéia de quão caro é esse
transporte. O custo anual pode chegar a dezenas
de bilhões de dólares. Em 1990, só a
Califórnia gastou mais de 500 milhões de
dólares por ano com integração. Muitos
distritos escolares gastam mais de um quarto de
sua verba em transporte. Em Milwaulkee apenas, e
em apenas um ano escolar, 30.000 horas de
trabalho dos funcionários públicos foi desviada
calculando a raça dos estudantes para
freqüentar as várias escolas). Os resultados?
Os estudantes de hoje estão no final da lista
mundial em ciências e matemática, cerca de 40%
dos adultos norte-americanos são funcionalmente
analfabetos, e testes padronizados de pontuação
declinaram firmemente tanto para brancos quanto
para negros. Hoje o branco médio pontua 200
pontos acima no teste combinado SAT do que o
negro médio. Os norte-americanos gastam mais em
educação do que qualquer outro país no mundo e
têm os piores resultados. Maciças fugas brancas
(White flight) de bairros e cidades
para escapar ao zoneamento racial têm reduzido a
base de impostos de todas as grandes cidades
norte-americanas. Em 1983, depois de quase duas
gerações de experimentação racial para
promover igualdade, o braço de pesquisa do
Departamento de Educação não podia produzir um
único estudo que mostrasse que as crianças
negras estavam aprendendo substancialmente melhor
depois do fim da segregação. (25) (20) (32)
FATO Nº 93: Na África Negra, dirigentes duram
em média 7 meses no poder. (22) (27) (7)
FATO Nº 94: Em 1995 um terço dos estudantes
norte-americanos será não-branco, e brancos
serão uma minoria nos distritos escolares de 5
estados. (32)
FATO Nº 95: Dr. William Shockley, prêmio Nobel
por seu trabalho na invenção do transistor e
renomado geneticista na Universidade de Stanford,
disse: A causa principal para o problema
dos negros norte-americanos é hereditária em
sua origem e, portanto não é remediável de
forma significativa ao melhorar-se o
ambiente.
FATO Nº 96: Em 1930, 33% da população do mundo
era branca. Hoje, a ONU estima que somente 9,5%
da população mundial seja caucasiana (branca).
Esta porcentagem está caindo rapidamente. (34)
(27)
FATO Nº 97: Toda raça tem uma igual capacidade
para aprender e contribuir para a civilização e
quaisquer diferenças são causadas por
preconceito e racismo. O
FATO de que a pele branca está associada com a
civilização é meramente um acaso da sorte e
coincidência. Qualquer tentativa de distinguir
as raças é motivada por paranóia e ódio. Nós
devemos prevenir qualquer investigação sobre o
assunto e trabalhar para misturar as sociedades
em uma utopia sem raça, sem nacionalidade e
harmoniosa. (?)
FATO Nº 98: Em 1988 houve 9406 casos de estupro
negro-contra-branco e menos de 10 casos de
estupro branco-contra-negro nos Estados Unidos.
(32)
FATO Nº 99: No livro INTELLIGENCE AND NATIONAL
ACHIEVEMENT, (INTELIGÊNCIA E DESEMPENHO
NACIONAL), por Raymond Cattell, três estudiosos
norte-americanos de destaque comparam evidências
maciças sobre o Q.I. nacional dos EUA em
relação às pontuações de outras partes do
mundo e alertam sobre o declínio de qualquer
nação cuja população apresente um declínio
na inteligência. Levando em consideração as
diferenças em taxa de nascimentos dos grupos
étnicos nos Estados Unidos, eles concluíram que
a habilidade mental norte-americana está
declinando rapidamente. (21)
FATO Nº 100: Os contribuintes norte-americanos
têm pago mais de 2,5 TRILHÕES de dólares
tentando melhorar os negros desde a década de
1960. (6)
FATO Nº 101: FRASES: "A ignorância
primitiva dos negros nunca inventou nenhuma arma
eficiente de defesa ou destruição: eles parecem
incapazes de formar qualquer plano extenso de
governo ou de conquista: e a óbvia inferioridade
de suas faculdades mentais tem sido descoberta e
abusada pelas nações das zonas
temperadas. --Edward Gibbon, o grande
historiador e autor de O DECLÍNIO E QUEDA DO
IMPÉRIO ROMANO (THE DECLINE AND FALL OF THE
ROMAN EMPIRE), (V. III, pág. 277) "Onde
quer que você encontre o negro, tudo está
decaindo a sua volta, e onde quer que você
encontre o homem branco, você tudo ao redor dele
melhorando. --Robert E. Lee, para o Col.
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Martin Luther King (Man Behind the Myth) by Des
Griffin |
|
Em sua magistral obra Crime and
Human Nature, J. Q. Wilson e R. J. Herrnstein
notaram que a baixa representação asiática nas
estatísticas criminais estadunidenses se
mostrava um problema teórico. A solução
proposta por criminologistas já desde 1920 era
que o "gueto" asiático protegia seus
membros de tendências perturbadoras da sociedade
externa. Para negros, no entanto, se diz que o
gueto fomenta o crime.
A super-representação de negros nas
estatísticas criminais estadunidenses tem
existido desde a virada do século XX. O censo de
1910 mostrava mais negros do que brancos nas
cadeias, tanto no norte quanto no sul.
Estatísticas oficiais da década de 1930 até a
década de 1950 mostraram que o número de negros
presos por crimes de violência em proporção ao
número de brancos variava entre 6 para 1 e 16
para 1. Estas estatísticas não melhoraram desde
então.
Quebrando um velho tabu, os liberais de Bill
Clinton a Jesse Jackson, recentemente tornaram
respeitável teorizar sobre crimes
"negro-contra-negro". Revistas
conservadoras como a National Review também
começaram a discutir aspectos da ligação
raça/crime (veja "Negros... e Crime",
de 16 de maio de 1994; "Como Diminuir o
Crime", de 30 de maio de 1994). O que ainda
está por ser reconhecido, porém, é a
generalização internacional da relação
raça/crime. A matriz descoberta nos Estados
Unidos, com asiáticos sendo geralmente os mais
obedientes à lei, os africanos os menos
obedientes, e os europeus entre um e outro, é
observado em outros países multirraciais como
Inglaterra, Brasil e Canadá. Além disso, o
padrão é revelado na China e nos países
asiáticos da costa do Pacífico, na Europa, no
Oriente Médio, na África e no Caribe. Porque o
"dilema estadunidense" é global em sua
manifestação, explicações devem ir bem além
das particularidades dos EUA.
Eu enfatizo no início que enormes variações
existem dentro de cada uma das populações nas
várias características a serem discutidas.
Porque as distribuições substancialmente se
sobrepõem, com diferenças de média variando em
torno de 4 a 34 porcento, é altamente
problemático generalizar de uma média de grupo
para um indivíduo em particular. Contudo, como
eu espero mostrar, variações raciais
significativas existem, não apenas em crime mas
também em outras características que
predispõem ao crime, inclusive testosterona,
tamanho cerebral, temperamento e capacidade
cognitiva.
A natureza global do padrão racial em crimes é
mostrada nos dados coletados na INTERPOL
utilizando seus anuários de 1984 e 1986. Após
analisar informações de cerca de 100 países,
eu relatei, na edição de 1990 do Canadian
Journal of Criminology, que países africanos e
caribenhos tinham o dobro da taxa de crimes
violentos (um agregado de assassinato, estupro e
lesões corporais graves) do que países
europeus, e três vezes mais do que países
asiáticos da costa do Pacífico. Calculando a
média para os três crimes e nos dois períodos
de tempo, os números para uma população de
100.000 eram, respectivamente, 142, 74 e 43.
Eu corroborei estes resultados usando o anuário
mais recente da INTERPOL (1990). As taxas de
assassinato, estupro e lesão corporal grave para
100.000 habitantes relatada para 23 países
predominantemente africanos, 41 países
caucasianos e 12 países asiáticos foram: para
assassinato, 13, 5 e 3; para estupro, 17, 6 e 3;
e para lesão corporal grave, 213, 63 e 27.
Somando os crimes se obtém números para 100.000
habitantes de, respectivamente, 243, 74 e 33.
Este gradiente permanece forte tanto sobre os
contrastes de países racialmente homogêneos do
nordeste da Ásia, Europa Central e África
Sub-Saariana, quanto em países racialmente
misturados mas predominantemente negros ou
brancos/ameríndios do Caribe e da América
Central. Resumindo, um padrão insistente que
requer explicações existe no mundo todo. A
testosterona, a fragilidade da família negra e a
consistência da família asiática são
freqüentemente usadas para explicar o padrão
racial do crime nos Estados Unidos. Acredita-se
que aprender a seguir as regras depende da
socialização familiar. Desde 1965 o Relatório
Moynihan tem documentado as altas taxas de
dissolução matrimonial, freqüente liderança
de famílias por mulheres e numerosos nascimentos
ilegítimos, e tais números apresentados como
evidência da instabilidade da família negra
triplicaram desde então.
Uma família negra matrifocal similar existe no
Caribe, com lares com pais ausentes, falta de
certeza de paternidade, e contabilidades dos
cônjugues separadas. O padrão caribenho, assim
como o estadunidense, é tipicamente atribuído
ao velho legado da escravidão. No entanto, a
hipótese da escravidão não se encaixa nos
dados da África Sub-Saariana. Após examinar os
sistemas de casamento duráveis na África na
edição de 1989 da revista Ethology and
Sociobiology, a antropóloga Patricia Draper da
Universidade da Pensilvânia concluiu:
"juntamente com o baixo investimento dos
pais na criação dos filhos, há também um
padrão de convívio que permite atividade sexual
prematura, perda de laços econômicos e
emocionais entre cônjuges... e em muitos casos a
expectativa da parte de ambos os cônjuges de que
o casamento irá terminar em divórcio ou
separação, seguida da formação de outra
união".
O sistema de casamento africano pode depender em
parte de características de temperamento.
Variáveis biológicas tais como o hormônio
sexual testosterona estão envolvidas na
tendência a múltiplos relacionamentos assim
como na tendência a cometer crimes. Um estudo,
publicado na edição de 1993 da publicação
Criminology, por Alan Booth e D. Wayne Osgood,
mostrou claras evidências de uma ligação entre
testosterona e crime baseado na análise de 4.462
militares. Outros estudos têm ligado a
testosterona a uma personalidade agressiva e
impulsiva, a uma falta de empatia, e ao
comportamento sexual. Níveis de testosterona
explicam por que homens jovens são
desproporcionalmente representados em
estatísticas criminais em comparação com
mulheres jovens, e por que jovens são mais
propensos a encrencas do que pessoas mais velhas.
A testosterona seguramente diferencia os sexos e
sabe-se que ela decresce com o tempo. Existem
diferenças étnicas em níveis médios de
testosterona. Estudos mostram de 3 a 19 porcento
a mais de testosterona em estudantes e veteranos
militares negros do que em seus correspondentes
brancos. Estudos entre os japoneses mostram uma
quantidade correspondentemente baixa de
testosterona em relação aos brancos
estadunidenses. Pesquisas médicas têm se
concentrado no câncer de próstata, sendo que um
de seus determinantes é a testosterona. Negros
têm taxas mais altas de câncer de próstata do
que brancos, que por sua vez têm taxas mais
altas do que orientais.
Hormônios sexuais também influenciam a
fisiologia reprodutiva. Enquanto a mulher média
produz 1 óvulo a cada 28 dias no meio do ciclo
menstrual, algumas mulheres têm ciclos menores e
outras produzem mais de um óvulo; ambos os
eventos se traduzem em maior fertilidade,
inclusive no nascimento de gêmeos dizigóticos
(de dois óvulos). Mulheres negras têm em média
ciclos menstruais menores do que mulheres brancas
e produzem gêmeos dizigóticos com maior
freqüência. A taxa por 1.000 nascimentos é 4
entre leste-asiáticos, 8 entre brancos e 16 ou
mais entre africanos e afro-americanos.
Existem diferenças raciais em comportamento
sexual, como documentado por numerosos
levantamentos, incluindo aqueles feitos pela
Organização Mundial de Saúde. Africanos,
afro-americanos e negros residentes na Inglaterra
são sexualmente mais ativos, numa idade mais
precoce e com mais parceiros sexuais do que
europeus e estadunidenses brancos, que por sua
vez são sexualmente mais ativos, numa idade mais
precoce e com mais parceiros sexuais do que
asiáticos, asiáticos-americanos e asiáticos
residentes na Inglaterra. Diferenças em
atividade sexual têm suas conseqüências. Taxas
de fertilidade entre adolescentes ao redor do
mundo apresentam o gradiente racial, assim como o
padrão das doenças sexualmente transmissíveis.
Os Relatórios Técnicos da Organização Mundial
de Saúde e outros estudos examinando a
prevalência mundial da AIDS, sífilis,
gonorréia, herpes e clamídia tipicamente acha
baixos níveis na China e Japão, e altos níveis
na África, com países europeus num nível
intermediário. Este é um padrão encontrado
também nos Estados Unidos.
Dados internacionais sobre personalidade e
temperamento mostram que negros são menos
auto-controlados e menos tranqüilos do que
brancos, e brancos são menos auto- controlados e
menos tranqüilos do que leste-asiáticos. Com
bebês e crianças a observação é o principal
método empregado, enquanto que com adultos o uso
de testes padronizados são mais freqüentes. Um
estudo no Quebec de língua francesa examinou 825
crianças de quatro a seis anos de idade
provenientes de 66 países diferentes avaliadas
por 50 professores. Todas as crianças estavam em
classes da pré-escola de imersão na língua
francesa para crianças imigrantes. Os
professores consistentemente relataram melhor
ajuste social e menos hostilidade- agressividade
de crianças leste-asiáticas do que de brancas,
e destas do que de afro-caribenhas. Outro estudo
baseado em 25 países ao redor do mundo mostrou
que leste- asiáticos eram menos extrovertidos e
mais propensos à ansiedade do que europeus, que
por sua vez eram menos sociáveis e mais
auto-controlados do que africanos.
Genética do Comportamento
Diferenças entre indivíduos em testosterona e
seus variados metabólitos são aproximadamente
50 porcento hereditárias. Mais surpreendente
para muitos são os estudos que sugerem que
tendências criminais também são hereditárias.
De acordo com estudos estadunidenses,
dinamarqueses e suecos de adoção, crianças que
tinham sido adotadas na infância estavam mais
sujeitas a condenações criminais se seus pais
biológicos tivessem sido condenados do que se
seus pais adotivos que os criaram tivessem sido
condenados. Num estudo de 14.427 adoções
não-familiares na Dinamarca entre 1924 e 1947,
foi descoberto que irmãos e meio-irmãos
adotados separadamente em diferentes lares eram
concordantes quanto a condenações. Convergente
com este trabalho de adoção, estudos com
gêmeos descobriram que gêmeos idênticos têm
praticamente duas vezes mais chances de terem
comportamento criminal semelhante do que gêmeos
fraternais. Em 1986, eu relatei os resultados de
um estudo de 576 pares de gêmeos adultos sobre
altruísmo, empatia, criação e agressividade,
caracteres de que se espera sofrerem pesada
socialização por parte dos pais. Apesar disso,
50 por cento da variação tanto em homens quanto
em mulheres foi atribuída à genética. O
bastante conhecido Minnesota Study of Twins
Raised Apart (Estudo de Minnesota Sobre Gêmeos
Criados Separadamente), conduzido por Thomas J.
Bouchard Jr., confirmou a importância de fatores
genéticos para características de personalidade
tais como agressividade, dominância e
impulsividade. David Rowe, da Universidade do
Arizona, examinou muito desta literatura em seu
livro Limits of Family Influence (Limites da
Influência da Família), de 1994. Ele explica
como irmãos criados juntos na mesma família
podem diferir geneticamente um do outro com
relação à delinqüência.
Genes codificam enzimas, as quais, sob a
influência do ambiente, depositam-se no conjunto
cerebral e nos sistemas neuro-hormonais dos
indivíduos, assim afetando as mentes das pessoas
e as escolhas que elas fazem sobre alternativas
comportamentais. Com relação à agressão, por
exemplo, pessoas herdam sistemas nervosos que as
predispõem à raiva, irritabilidade,
impulsividade e uma falta de condicionabilidade.
Em geral, esses fatores influenciam o
auto-controle, uma variável psicológica que
figura de forma proeminente nas teorias do
comportamento criminoso.
Estudos genéticos de comportamento fornecem
informações sobre efeitos ambientais. Como
descrito no livro de Rowe, as variáveis
importantes mostram estar dentro de uma família,
não entre famílias. Fatores tais como classe
social, religião da família, valores paternos e
estilos de criação de crianças não mostram
ter um efeito comum forte entre irmãos. Porque
mentes individuais sintonizam ambientes comuns de
formas diferentes, irmãos adquirem conjuntos
diferentes de informação. Apesar de irmãos se
assemelharem em sua exposição a programas
violentos de televisão, é o mais agressivo que
se identifica com personagens agressivos e que
vê conseqüências agressivas como positivas.
Estudos dentro de famílias mostram que
inteligência e temperamento separam irmãos em
predisposição à delinqüência. Não é
difícil imaginar como um irmão intelectualmente
menos capaz e mais impulsivo em temperamento
procura um ambiente social diferente do seu
irmão ou irmã mais capaz e menos impulsivo.
Dentro dos limites permitidos pelo espectro total
de alternativas culturais, pessoas criam
ambientes compatíveis ao máximo com seus
genótipos. Similaridades genéticas explicam a
tendência de personalidades com predisposições
problemáticas a procurar outras semelhantes para
amizade e casamento. Uma objeção feita de vez
em quando às teorias genéticas é a de que
taxas de crime flutuam de acordo com condições
sociais. Mudanças em crime através das
gerações, no entanto, são previstas por
teorias genéticas. À medida que os ambientes se
tornam menos ameaçadores e mais iguais, a
contribuição genética para as variações de
diferenças individuais necessariamente se torna
maior. Durante os últimos 50 anos, por exemplo,
tem ocorrido um aumento na contribuição
genética tanto nos resultados acadêmicos quanto
em longevidade à medida que efeitos prejudiciais
do ambiente têm sido atenuados e mais
oportunidades iguais têm sido criadas. Assim,
afrouxar constrangimentos sociais para genótipos
"correndo perigo" latentes leva a um
aumento do comportamento criminoso.
Inteligência
O papel da baixa capacidade cognitiva em dispor
uma criança à delinqüência é estabelecida
mesmo dentro da mesma família onde um irmão
menos capaz é observado engajando-se em
comportamentos mais anti-sociais do que um irmão
privilegiado. Problemas de comportamento começam
cedo na vida e se manifestam como uma falta de
vontade ou de capacidade de seguir regras
familiares. Mais tarde, uso de drogas, início
precoce de atividade sexual e atos mais
claramente definidos como ilegais compõem a
ampla síndrome prognosticada pela baixa
inteligência. Existem diferenças raciais nas
médias de resultados de testes de QI e,
novamente, o padrão se estende bem além dos
Estados Unidos. A literatura global sobre QI foi
examinada por Richard Lynn na edição de 1991 da
publicação Mankind Quarterly. Caucasóides da
América do Norte, Europa e Austrália geralmente
obtiveram uma média de QI ao redor de 100.
Mongolóides tanto da América do Norte quanto da
costa asiática do Pacífico obtiveram uma média
ligeiramente maior, na faixa de 101 a 111.
Africanos ao sul do Saara, afro-americanos e
afro- caribenhos (incluindo aqueles residentes na
Inglaterra), obtiveram médias de QI de 70 a 90.
Permanece a questão sobre se os resultados dos
testes são medidas válidas de diferenças de
grupos em capacidade mental. Basicamente a
resposta depende de os testes serem ou não serem
limitados a uma cultura. Dúvidas subsistem em
muitos pontos, embora um grande corpo de trabalho
técnico tenha tratado deste problema entre
aqueles com experiência psicométrica, como
mostrado no livro de levantamentos de Snyderman e
Rothman. Isto porque os testes mostram padrões
similares de consistência de itens internos, e
validade de previsão para todos os grupos, e as
mesmas diferenças são encontradas em testes
relativamente aculturais.
Dados recentes sobre a rapidez de tomada de
decisões mostram que as diferenças raciais em
capacidade mental são profundas. Investigações
trans-culturais de tempo de reação foram feitas
em crianças de nove a doze anos de idade
provenientes de seis países diferentes. Nestas
tarefas elementares, as crianças devem decidir
qual de muitas luzes está acesa, ou separada de
outras, e mover sua mão para pressionar um
botão. Todas as crianças conseguem realizar a
tarefa em menos de um segundo, mas crianças mais
inteligentes, segundo medidas feitas por testes
tradicionais de QI, executam a tarefa mais
rapidamente do que crianças menos inteligentes.
Richard Lynn descobriu que crianças orientais de
Hong Kong e do Japão eram mais rápidas em tempo
de decisão do que crianças brancas da
Inglaterra e da Irlanda, que eram mais rápidas
do que crianças negras da África. Arthur Jensen
relatou o mesmo padrão tríplice na Califórnia.
Tamanho do Cérebro
A relação entre capacidade mental e tamanho do
cérebro tem sido confirmada em estudos
utilizando imagens de ressonância magnética,
nas quais, ao vivo, constroem-se imagens
tridimensionais do cérebro e confirmam as
correlações relatadas desde a virada do
século, obtidas a partir da medição do
perímetro da cabeça. As correlações entre
tamanho do cérebro e capacidade cognitiva variam
de 0,10 a 0,40. Além disso, encontram-se
diferenças raciais em tamanho do cérebro.
Freqüentemente tem se sustentado que as
diferenças raciais em tamanho do cérebro,
estabelecidas no século dezenove, desaparecem
quando correções são feitas para o tamanho do
corpo e outras variáveis tais como preconceito.
No entanto, estudos modernos confirmam as
descobertas do século dezenove.
Três procedimentos principais foram usados para
estimar o tamanho do cérebro: (a) pesar
cérebros úmidos na autópsia; (b) medir o
volume de crânios vazios utilizando enchimento;
e (c) medir o tamanho externo da cabeça e
estimar o volume. Dados de todas as três fontes
triangulam na conclusão de que, depois que são
feitas as correções estatísticas para o
tamanho do corpo, leste- asiáticos têm uma
média de 1,7 cm cúbicos (1 polegada cúbica) a
mais de capacidade craniana do que brancos, que
por sua vez têm uma média de 8,0 cm cúbicos (5
polegadas cúbicas) a mais do que negros. Ho e
colegas no Medical College of Wisconsin, depois
de, obviamente, excluir cérebros danificados,
analisaram dados de autópsias de cérebros de
1.261 sujeitos estadunidenses cujas idades
variavam entre 25 e 80 anos e relataram na
edição de 1980 da publicação Archives of
Pathology and Laboratory Medicine que, depois de
selecionar por idade e tamanho do corpo, homens
brancos tinham uma média de 100 gramas a mais de
peso cerebral do que homens negros, e mulheres
brancas tinham em média 100 gramas a mais de
peso cerebral do que mulheres negras. Com o
volume endocraniano, Beals e seus colegas
computaram dados internacionais para mais de
20.000 crânios e publicaram seus resultados na
edição de 1984 da publicação Current
Anthropology. Separando as caixas cranianas por
sexo, elas diferiram por áreas continentais, com
populações da Ásia tendo uma média de 1.415
cm cúbicos, aquelas da Europa tendo uma média
de 1.362 cm cúbicos e aquelas da África tendo
uma média de 1.268 cm cúbicos.
Usando medições externas da cabeça eu
descobri, depois de correções feitas para o
tamanho do corpo, que leste- asiáticos
consistentemente apresentam cérebros em média
maiores do que os dos caucasianos ou ou dos
africanos. Três desses estudos foram publicados
no jornal Intelligence. Num estudo de 1991, de
dados compilados pela agência espacial dos EUA
(NASA), amostras militares da Ásia tinham em
média 14 cm cúbicos de capacidade craniana a
mais do que amostras da Europa. Numa amostra
aleatória estratificada de 6.235 pessoas do
Exército dos EUA medidas em 1988 para encaixe de
capacetes, eu descobri que asiáticos-americanos
tinham em média 36 cm cúbicos a mais do que
euro-americanos, que por sua vez mediam em média
21 cm cúbicos a mais que afro-americanos. Mais
recentemente, eu analisei dados de dezenas de
milhares de homens e mulheres com idades entre 25
e 45 anos, coletados pelo International Labour
Office, em Genebra, e descobri que asiáticos
tinham em média 10 cm cúbicos a mais que
europeus e 66 cm cúbicos a mais que africanos.
Diferenças raciais em tamanho do cérebro e QI
aparecem cedo na vida. Dados do National
Collaborative Perinatal Project (Projeto
Pré-Natal Colaborativo Nacional) de 19.000
crianças negras e 17.000 crianças brancas,
mostram que crianças negras têm um perímetro
da cabeça menor ao nascer, e apesar de que elas
nasçam menores em estatura e mais leves em peso,
pela idade de sete anos um "crescimento
súbito" as torna maiores em tamanho do
corpo do que crianças brancas, mas ainda menores
em perímetro da cabeça. Perímetro da cabeça
ao nascer correlacionou com QI na idade de sete
anos tanto em crianças negras quanto brancas.
Origens das Diferenças Raciais
Diferenças raciais existem num nível mais
profundo do que se costuma pensar. Por que
europeus têm média tão consistentemente entre
africanos e asiáticos em crime, sistema
familiar, comportamento sexual, nível de
testosterona, inteligência e tamanho do
cérebro? É quase certo que genética e
evolução têm um papel a desempenhar.
Estudos de adoções trans-raciais indicam
influência genética. Estudos de crianças
coreanas e vietnamitas adotadas por lares brancos
estadunidenses e belgas têm mostrado que, apesar
de os bebês terem sido hospitalizados por má
nutrição, eles cresceram e se superaram em
capacidade acadêmica com QIs dez pontos acima
dos padrões nacionais dos países em que foram
adotados. Em contraste, Sandra Scarr e seus
colegas de Minnesota descobriram que na idade de
17 anos, crianças negras e mestiças adotadas em
famílias brancas de classe média tinham um
nível de QI mais baixo do que seus irmãos
adotivos brancos com os quais tinham sido
criadas.
Crianças brancas adotadas tinham uma média de
QI de 106, uma média de aptidão baseada em
padrões nacionais no 59º percentil, e uma
colocação em classe no 54º percentil;
crianças mestiças tinham uma média de QI de
99, uma aptidão no 53º percentil, e uma
colocação em classe no 40º percentil; e
crianças negras tinham uma média de QI de 89,
uma aptidão no 42º percentil, e uma colocação
em classe no 36º percentil.
Nenhuma variável ambiental conhecida pode
explicar a relação inversa ao longo das três
raças entre produção de gametas (gêmeos
dizigóticos) e tamanho do cérebro. A única
explicação conhecida para estas diferenças é
uma teoria da história da vida. A história da
vida é um conjunto de características
geneticamente organizado, que evoluíram de uma
maneira coordenada para alocar energia para
sobrevivência, crescimento e reprodução. Há,
em resumo, um equilíbrio (trade-off?) entre
esforço paterno, inclusive investimento paterno,
e esforço de acasalamento, uma distinção a que
Patricia Draper se referiu como "pais"
e "padrastos".
Hipóteses evolutivas têm sido pensadas para
explicar o porquê dos asiáticos terem os
maiores cérebros e mais estratégia de
investimento paterno. A teoria presentemente
aceitadas origens humanas, a da "Eva
africana", postula um começo na África a
cerca de 200.000 anos atrás, um êxodo através
do Oriente Médio com uma separação
africanos/não-africanos a 110.000 anos atrás, e
uma separação caucasóide/mongolóide a cerca
de 40.000 anos atrás. Pressões da seleção
evolutiva na savana quente, onde os africanos se
desenvolveram, são diferentes das pressões no
frio ártico onde os asiáticos se desenvolveram.
As evidências mostram que quanto mais as
populações migraram para fora da África, para
o norte, mais elas encontraram problemas que
exigiam inteligência, como obtenção e
armazenamento de alimento, procura de abrigos,
confecção de roupas e criação de filhos de
maneira correta e bem-sucedida durante invernos
prolongados. A seqüência evolutiva se encaixa
nessa teoria e ajuda a explicar como e por que as
variáveis se juntam. Assim como as populações
originais africanas evoluíram para caucasóides
e mongolóides, elas fizeram isso na direção de
cérebros maiores e menores níveis de
testosterona, com simultâneas reduções em
agressividade e potência sexual e aumento em
planejamento a longo prazo e estabilidade
familiar.
Apesar do vasto corpo de evidências agora se
acumulando sobre importantes diferenças
genéticas e comportamentais entre as três
grandes macro-raças, há muita relutância em
aceitar que as diferenças em crime essão
profundamente enraizadas. Talvez alguém possa
simpatizar com temores levantados pela pesquisa
racial. Mas todas as teorias da natureza humana
podem ser usadas para gerar políticas abusivas.
E uma rejeição da base genética para as
diferenças raciais em comportamento não é
apenas mau comportamento acadêmico; isto pode
ser prejudicial para indivíduos excepcionais e
para sociedades complexamente estruturadas. Além
disso, deve ser enfatizado que provavelmente não
mais do que 50 porcento da variância entre as
raças nesseas características é genética, com
os remanescentes 50 porcento devidos ao ambiente.
Até mesmo efeitos genéticos são
necessariamente mediados por mecanismos
neuro-endócrinos e psico-sociais, portanto dando
oportunidade a uma intervenção benigna e o
alívio do sofrimento. |
Richard Lynn. "Race
Differences in Intelligence: A Global
Perspective." Mankind Quarterly, 31 (1991),
255-296.
Richard J. Herrstein and Charles Murray. The Bell
Curve. New York: Free Press, 1994.
David C. Rowe. The Limits of Family Influence.
New York: Guilford, 1994.
J. Philippe Rushton. "Race and Crime."
Canadian Journal of Criminology, 32 (1990),
315-334.
J. Philippe Rushton. "Cranial Capacity
Related to Sex, Rank, and Race in a Stratified
Random Sample of 6,325 U.S. Military
Personnel." Intelligence, 16 (1992), 401-
413.
J. Philippe Rushton, David W. Fulker, Michael C.
Neale, David K.B. Nias, and Hans J. Eysenck.
"Altruism and Aggression: The Heritability
of Individual Differences." Journal of
Personality and Social Psychology, 50 (1986),
1192-1198.
Mark Snyderman and Stanley Rothman. The IQ
Controversy, the Media, and Public Policy. New
Brunswick, N.J.: Transaction Publishers, 1988.
Fonte: Esta crítica apareceu originalmente na
American Renaissance, junho de 1999, número 54,
sob o título 'Cherchez le Juif', por Jeff's
Archive. |
|
Uma velha anedota suíça reza que
o príncipe alemão Wilhelm Hohenzollern certa
vez, quando em visita a Suíça, foi convidado a
assistir um dos inúmeros treinamentos militares
a que os cidadãos desse país são submetidos. A
um dado momento perguntou ao comandante do
exercício: Quantos homens em armas você possue?
Foi-lhe respondido: Um milhão. O príncipe,
posteriormente Kaiser da Alemanha, então
indagou: O que você faria se cinco milhões de
meus soldados cruzassem sua fronteira amanhã? Ao
que o comandante suíço replicou: Cada um de
meus homens daria cinco tiros e iria para casa!
No debate sobre o direito a posse e uso de armas,
aqueles favoráveis apontam para a Suíça onde a
quase todo adulto do sexo masculino é legalmente
permitido a posse de armas de fogo. Uma das
poucas nações com taxa per capita de armas mais
alta do que os Estados Unidos, a Suíça
praticamente não ostenta crimes com armas de
fogo. Assim sendo, argumentam os que são a
favor, o controle governamental de armas não é
necessário.
Contudo, os que são contrários , apontam a
Suíça como uma das nações desenvolvidas que
apresentam controle mais rigoroso sobre armas.
Afirmam que todas as armas são registradas e que
a compra de armas curtas requer inspeção
prévia e uma licença. Crimes com armas de fogo
realmente são inexistentes na Suíça, portanto,
concluem, é necessário um rigoroso controle
sobre as armas.
Quem está certo? Como sempre os anti-armas
estão errados, mas isso não torna o grupo
favorável necessariamente certo. A posse de
armas na Suíça desafia as simplificações e os
chavões dos debates alhures.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Tal como os EUA, a Suíça ganhou sua
independência através de uma guerra
revolucionária feita por cidadãos armados. Em
1291, alguns cantões iniciaram uma guerra de
libertação nacional contra o império Habsburgo
da Áustria. Na lenda, a revolução foi
precipitada por Guilherme Tell, embora não hajam
provas definitivas sobre sua real existência.
Ao longo do século seguinte a milícia suíça
libertou a maior parte do pais dos austríacos.
Os cidadãos que constituíam a milícia usavam
as mais poderosas armas daqueles tempos: espadas
e flechas. Para a vitória suíça foi crucial a
motivação das suas tropas de voluntários.
Desde os primeiros anos da independência os
suíços foram obrigados a portar armas. Depois
de 1515, a Suíça adotou uma política de
neutralidade armada. Pelos quatro séculos
seguintes grandes impérios europeus surgiram e
cairam, levando consigo muitos países mais
fracos. A Rússia e a França chegaram a invadir
seu território, e os Habsburgos, e
posteriormente o Império Austro-Húngaro, foram
uma constante ameaça.
Mas a Suíça quase sempre manteve sua
independência. A política suíça era
"prevenção da guerra através da
determinação em se defender".
Durante a 1ª Guerra Mundial, tanto a França
como a Alemanha consideraram a hipótese de
invadir o território suíço para atacar o
flanco do outro. Na 2ª Guerra Mundial, Hitler
queria as reserva suíças de ouro e precisava de
comunicação e trânsito livres pelo país para
abastecer as forças do Eixo no Mediterrâneo.
Porém, quando os estrategistas militares viram
os cidadãos bem armados, a terra montanhosa e as
fortificações civis de defesa, a Suíça deixou
de ser um alvo atraente para invasões. Enquanto
duas guerras mundiais devastavam cidades e
países, a Suíça gozava de uma paz segura.
Na Suíça, a Confederação Helvética evoluiu
para um governo central fraco deixando muita
autoridade nas mãos dos cantões ou níveis mais
baixos de governo. A tradição de autonomia
local ajudou a deixar a Suíça livre das
violentas guerras civis entre católicos e
protestantes que devastaram a Alemanha, França e
Inglaterra. Em 1847/48 os liberais de toda Europa
revoltaram-se contra os governos aristocráticos.
Eles foram bem sucedidos apenas na Suíça,
controlando a nação inteira após um breve
conflito chamado de Guerra de Sonderbrund (as
baixas foram apenas 128). Os direitos civis foram
firmemente garantidos e todos os vestígios de
feudalismo banidos.
Apesar da esperança dos reformadores alemães, o
povo suíço não mandou seus soldados para a
Alemanha em 1848 a fim de apoiar a revolução
popular. Após a derrota da revolução
germânica, a aristocrática Prússia pensou em
invadir a Suíça, porém concluiu que a tarefa
era impossível. Como um historiador resume:
"A Suíça foi criada em meio a batalhas,
alcançou sua dimensão atual através de
conquistas e, depois disso, defendeu sua
existência através da neutralidade armada. A
experiência da historia suíça fez a
independência nacional e o poder realmente
sinônimos de cidadãos armados".
O EXÉRCITO DO POVO
Atualmente, o serviço militar para os homens
suíços é universal. Por volta dos 20 anos de
idade, todo o cidadão passa por 118 dias
consecutivos de treinamento no
"Rekrutenschule." Esse treinamento pode
ser o primeiro encontro de um jovem com seus
compatriotas que falam diferentes línguas (a
Suíça tem 4 línguas oficiais: o alemão, o
francês, o italiano e o romanche). Antes mesmo
do serviço militar obrigatório começar,
rapazes e moças podem ter cursos opcionais com o
fuzil de assalto Stgw. 90 (SIG 550) do exército
suíço. Eles ficam de posse da arma por 3 meses
e recebem 6 sessões de 6 horas de treinamento.
Dos 21 aos 32 anos de idade, o cidadão suíço
constitue a linha de frente do exército, o
"Auszug", e dispende 3 semanas do ano
(em 8 dos 12 anos) para continuar o treinamento.
Dos 33 aos 42 anos, ele serve no
"Landwehr" (que é a Guarda Nacional);
a cada poucos anos, ele se apresenta para
treinamento de 2 semanas. Finalmente, dos 43 aos
50 anos, ele serve na "Landsturm";
neste período, ele só passa um total de 13 dias
em cursos militares .
Durante a carreira de soldado, o cidadão também
passa por dias de inspeção obrigatória de
equipamentos e pratica de tiro ao alvo. Assim, em
uma carreira militar obrigatória de 30 anos, o
suíço gasta apenas 1 ano no serviço militar
direto. Após a baixa do exército regular os
homens ficam na reserva até a idade de 50 anos
(55 para oficiais).
Pela Constituição Federal de 1847, aos membros
do serviço militar são dados equipamentos,
armas e roupas. Depois do 1º período de
treinamento os recrutas devem guardar as armas, a
munição e os equipamentos "am ihrem Woh
nort" (em suas casas) até o termino do
serviço.
Hoje em dia aos alistados são distribuídos
fuzis automaticos Stgw.90 e, aos oficiais,
pistolas. A cada reservista são entregues 24
cartuchos de munição em embrulhos selados para
o uso em emergências. (Ao contrario do que dizem
os anti-armas, está munição de emergência é
a única pela qual o reservista tem de prestar
contas).
AS ARMAS DO POVO
Depois da dispensa militar, ao ex-reservista é
dado um fuzil de repetição sem registro ou
outras obrigações. A partir de 1994, o governo
passou a dar fuzis automáticos aos
ex-reservistas também. Os oficiais também
recebem suas pistolas ao final do serviço.
Quando o exército adota um novo fuzil de
infantaria, os velhos são vendidos a população
a preços subsidiados. Os reservistas são
encorajados a comprar munição militar (7,5 e
5,6mm - 5,56mm nos outros paises - para fuzis, e
9mm e 7,65mm Luger para pistolas) que é vendida
a preço de custo pelo governo objetivando a
prática do tiro ao alvo. A munição
não-militar para armas longas e a munição .22
LR não são subsidiadas, porém não possuem
qualquer controle de vendas. As munições
não-militares para armas curtas mais poderosas
do que o .22LR (como a .38 Spl) são registrada
no momento da venda.
A munição militar suíça deve ser registrada
se comprada em loja particular, mas não precisa
de registro se for adquirida num estande militar.
Os 3000 estandes oficiais de tiro da Suíça
vendem a maioria absoluta de toda munição.
Tecnicamente, a munição comprada no estande
deve ser consumida no local, mas a lei é muito
pouco conhecida e quase nunca observada.
O exército vende regularmente uma variedade de
metralhadoras, submetralhadoras, armas
anti-tanques, canhões antiaéreos, morteiros e
canhões. Os compradores dessas armas precisam
obter uma licença cantonal, o que é feito
facilmente, e as armas precisam ser registradas.
Em uma nação de 6 milhões de pessoas, existem
pelo menos 2 milhões de armas, incluindo 600.000
fuzis totalmente automáticos, 500.000 pistolas e
numerosas metralhadoras. Praticamente em todo lar
há uma arma. Além das armas militares
subsidiadas, o suíço também pode comprar
outras armas facilmente. Enquanto as armas longas
não precisam de procedimentos especiais de
compra, as armas curtas são vendidas somente
para aqueles com um waffener werbsschein
(certificado de compra) emitido por uma
autoridade do cantão. O certificado é emitido
sem problemas para todo requerente maior de 18
anos que não seja criminoso ou deficiente
mental. Não existem restrições para o
transporte de armas longas. Cerca da metade dos
cantões tem rígidos procedimentos para a
concessão do porte de armas curtas, e a outra
metade simplesmente não tem regulamento algum.
Não há diferença perceptível na taxa de
criminalidade entre os cantões como
conseqüência das diferentes políticas de porte
de arma. Graças a uma ação movida por grupos
suíços pró-armas, fuzis semi-automáticos não
necessitam de permissão de compra e não são
registrados pelo governo. Assim, as únicas armas
longas registradas são as totalmente
automáticas (metralhadoras)(três cantões
exigem que os colecionadores que possuam mais de
10 armas automáticas sejam registrados). As
vendas de armas de uma pessoa para outra são
controladas em 5 cantões e completamente livres
em todo o resto. Comerciantes de armas no varejo
devem manter registro de suas vendas, mas as
transações não são apresentadas ou cobradas
pelo governo. Na Suíça, as vendas de armas
longas e de carabinas de pequeno calibre não
são nem mesmo lembradas pelos negociantes.
MOBILIZAÇÃO
Se algum dia uma nação teve uma milícia bem
preparada, este pais é a Suíça. O economista
do século XIX, Adam Smith, achava que a Suíça
era o único lugar onde todas as pessoas haviam
sido treinadas com sucesso em tarefas militares.
Na realidade, a milícia é virtualmente
sinônimo de nação. "O suíço não tem um
exército: eles são o exército", diz uma
publicação do governo. Completamente
mobilizado, o exército suíço apresenta 15,2
homens por quilometro quadrado; em contraste, os
EUA e a Rússia tem apenas 0,2 soldados por Km2.
A Suíça é 76 vezes mais densa em soldados do
qualquer outra super potência. Realmente,
somente Israel tem mais exército por Km2.
A Suíça é também a única nação do ocidente
que tem abrigos completamente fornidos de comida
e suprimentos para um ano para todos os seus
cidadãos em caso de guerra. Os bancos e os
supermercados subsidiam em muito esta estocagem.
Os bancos também tem planos para deslocar seu
ouro para o centro montanhoso da Suíça no caso
de invasão. A nação está pronta para se
mobilizar rapidamente. Disse um soldado suíço:
"se nós começarmos pela manhã, estaremos
mobilizados pelo final da tarde. Isso porque a
arma está em casa, a munição está em casa.
Todos os jovens tem metralhadoras. Eles estão
prontos para lutar". Os cidadãos-soldados,
em seu caminho para os pontos de mobilização,
podem fazer parar os automóveis que estiverem
passando e ordenar seu transporte.
DEMOCRACIA
Desde 1291, quando as assembléias se reuniam em
círculos nas praças das vilas, e somente os
homens portando espadas podiam votar, as armas
tem sido a marca da cidadania suíça. Como um
porta voz do Departamento Militar disse," é
uma velha tradição suíça que somente um homem
armado tem direitos políticos". Essa
política é baseada no entendimento de que
somente àqueles que assumem a obrigação de
manter o pais livre é permitido gozar
completamente dos benefícios da liberdade. Em
1977, o movimento INICIATIVA MUNCHENSTEIN propôs
permitir aos cidadãos a escolha do trabalho
social, ou em hospitais, como alternativa ao
serviço militar. A proposição foi rejeitada
nas urnas e nas 2 casas do parlamento (o
"Bundesversammlung's Nationalrat" e o
"Standerat"). Existe previsão legal
para objetores de consciência, mas esse grupo é
de apenas 0,2% dos convocados.
RELACIONAMENTO COM OS VIZINHOS
Em 1978, a Suíça recusou-se a ratificar uma
decisão do Conselho da Europa sobre controle de
armas de fogo. Desde então, a Suíça tem
sofrido pressões por parte dos outros governos
europeus, que a acusam de ser uma fonte de armas
para terroristas. Como resultado, em 1982, o
governo central propôs uma lei proibindo
estrangeiros de comprar na Suíça armas que eles
não poderiam comprar em seus próprios países,
e também exigindo que os cidadãos suíços
obtivessem uma licença para a compra de qualquer
arma, não apenas para as armas curtas.
Os ultrajados usuários de armas suíças
formaram, então, um grupo chamado Pro Tell em
homenagem do herói nacional Guilherme Tell. Em
1983, o Conselho Federal (o gabinete executivo)
abandonou a proposta cerceadora porque a
oposição era muitoforte, e sugeriu que os
cantões regulassem cada um a sua maneira, a
questão. Alguns meses antes, o parlamento do
cantão de Friburgo já tinha aprovado tal lei
com um único voto de vantagem. Um plebiscito
popular anulou a lei no ano seguinte, com 60% dos
votos.
CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS
Qualquer que seja o efeito das armas fora da
Suíça, eles nem mesmo apresentam os pequenos
crimes triviais em qualquer outro pais. Mesmo com
todas as armas, a taxa de assassinatos é uma
mera fração da americana sendo também menor do
que a do Canadá e da Inglaterra (que controla
severamente as arma), ou até mesmo do Japão,
que praticamente as proíbe. A taxa de crimes com
armas de fogo é tão baixa que não há nem
mesmo registro estatístico.
A taxa de suicídios, entretanto, é quase o
dobro da americana. As armas são usadas em cerca
de 1/5 de todo os suicídios na Suíça,
comparados aos 3/5 nos EUA e ao 1/3 dos
suicídios canadenses.
Não é o verniz cultural suíço, ou suas leis
sobre armas, que explicam essa taxa de crimes. Na
verdade é a ênfase na atuação comunitária
(onde a posse de uma arma é uma parcela de peso)
que explica o baixo índice de criminalidade. No
livro Cidades com poucos Crimes (CITIES WITH
LITTLE CRIME), o autor Marshall Clinard compara a
baixa taxa de crimes na Suíça com a mais alta
incidência na Suécia, pais onde o controle de
armas é mais severo. Esta comparação é mais
surpreendente tendo em vista a densidade
populacional mais baixa e a homogeneidade étnica
da Suécia. Uma das razões para tão pouca
criminalidade, diz Clenard, é que as cidades
suíças cresceram relativamente devagar. Muitas
famílias vivem por gerações no mesmo lugar.
Portanto, grandes cidades heterogêneas com
enclaves de favelas nunca surgiram.
Orgulhosa por ter o governo central mais fraco do
ocidente, a Suíça é governada principalmente
pelos seus 3. 095 "Einwohrnergemeinde"
(comunas, sub-estados de um cantão). Poucos
cantões ainda fazem suas leis pelo tradicional
sistema "Labdsgemei", quando todos
eleitores qualificados reúnem-se anualmente ao
ar livre.
Diferente da polícia do resto da Europa, a
polícia suíça é descentralizada. Juizes e
jurados são eleitos pelo povo. Com menos
mobilidade e laços comunitários profundamente
desenvolvidos, é natural que existam poucos
crimes.
A maioria das nações democráticas impõe
longos períodos de prisão aos criminosos, mas
não a Suíça. Para todos os crimes, exceto
assassinatos, o suíço raramente fica mais que
um ano na prisão; mesmo sérios delinqüentes
tem suas sentenças comutadas. Como no Japão, o
foco do sistema está na reintegração do
transgressor à sociedade, muito mais que na sua
punição.
Para os suíços não criminosos, dito é que
cada um é seu próprio policial. Visitantes
estrangeiros ficam surpresos ao ver os pedestres
sempre esperando nos sinais de trânsito mesmo
quando não há tráfego. O sistema de transporte
público funciona, com sucesso, na base do
pagamento voluntário.
Clinard deduz que os fortes governos centrais
enfraquecem a iniciativa dos cidadãos e a
responsabilidade individual. As comunidades, ou
Cidades, que desejam se precaver do crime e da
violência devem encorajar uma descentralização
política maior através do desenvolvimento de
pequenas unidades governamentais e do
encorajamento da responsabilidade do povo para
com a obediência às leis e ao controle da
delinqüência.
No livro NAÇÕES NÃO POSSUÍDAS PELO CRIME,
Fred Adler chega as mesmas Conclusões de
Clenard. Ela também receita o sistema de governo
comunal no qual as leis são decretadas através
do voto popular e a estabilidade residencial.
A maioria dos suíços ainda vive em famílias
patriarcais tradicionais . De fato, a Suíça tem
a mais baixa porcentagem de mães trabalhando em
relação a qualquer país europeu. Enquanto no
resto do mundo as mulheres estavam lutando por
igualdade de direitos, os suíços ainda estavam
decidindo se as mulheres poderiam ou não votar
(a longa demora na aprovação do sufrágio
feminino deve ter algo a ver com a questão dos
direitos civis e o serviço militar).
As escolas são severas e os adolescentes têm
menos liberdade do que na maior parte da Europa.
Os estudos mostram que os adolescentes suíços,
diferentemente daqueles nos outros países,
sentem-se mais próximos de seus pais do que de
seus amigos. A comunicação entre as gerações
é muito fácil.
Entre os fatores que contribuem para a harmonia
entre gerações está o serviço militar, que
oferece uma oportunidade para todos os grupos
masculinos interagirem entre si. Adultos e jovens
compartilham muitos esportes, como o esqui e a
natação. O tiro ao alvo é outra importante
atividade comunal, com prêmios e troféus muitas
vezes exibidos em restaurantes e tabernas. Todo
ano celebra-se o fim de semana
"Feldschiessen", quando mais de 200 mil
suíços participam das competições nacionais
de tiro ao alvo e são consumidos cerca de 5
milhões de cartuchos.
Em Casa, escreve Jonh Mcphee, enquanto o pai
limpa o fuzil na mesa da cozinha, seu filho está
a observá-lo e a criança , assim, fica
familiarizada com a arma. Marshall Clinard
explica que, por causa das armas do exército
serem guardadas em casa . . . muitas atividades
associadas ao cuidado no manejo de armas,
prática de tiro ao alvo, ou conversas sobre
atividades militares, tornam-se comuns nas
famílias. Tudo isso, juntamente com várias
outras atividades levadas a cabo na Suíça
envolvendo diversas faixas etárias, têm servido
para inibir a separação de gerações,
alienação, e o crescimento de uma cultura jovem
à parte, que tem se tornado, de maneira
crescente, uma característica de muitos outros
países desenvolvidos,. Embora estes fatores
representam somente uma parte do jeito suíço de
ser, eles são uma parcela de peso para a baixa
taxa de criminalidade e a propensão ao crime.
CONCLUSÕES
Uma análise da legislação de armas suíça
mostra como é frágil a argumentação dos
anti-armas de que elas são por si só maléficas
(o mal materializado). Mostra, também, que o
raciocínio simplista "mais armas significam
mais crime", tão a gosto de nossos
políticos, não é válido.
O oposto também não é verdadeiro. - Será que
se o exército começasse a vender canhões e
metralhadoras a preços subsidiados ao povo
haveria um declínio da criminalidade em nosso
país? Certamente não nos primeiros trinta anos.
A Suíça nos mostra apenas que não há
relação entre criminalidade e a presença de
armas na sociedade. Mostra que mais importante
que o número de armas é seu contexto cultural.
Na Suíça, as armas são um importante elemento
de coesão de uma estrutura social que apresenta
baixa taxa de criminalidade. Nota-se, claramente
que, o controle dos indivíduos é mais eficiente
e mais importante que o controle do Estado.
Para nós, entusiastas de armaria, o sistema
suíço parece ser o paraíso. Mas é preciso
observar a sociedade como um todo. Na Suíça,
ter uma arma em casa não é uma questão de
opção individual. É uma obrigação imposta
pelo governo e uma exigência da sociedade. Em
que outro pais uma imposição deste tipo seria
aceita pelos cidadãos?
O que o mundo tem a aprender com a Suíça é que
a melhor maneira de se reduzir o mau uso das
armas é promover o seu uso com responsabilidade. |
| Traduzido e adaptado da revista
American Rifleman de fevereiro de 1990 por
autorização da National Rifle Association. |
SOLDATENBUSCH
(Livro do soldado)
Cada cidadão que entra para o exército suíço
recebe um exemplar do Soldatenbusch. Lá estão
os rudimentos das táticas e técnicas militares,
instruções sobre como se proteger das guerras
nuclear, química e bacteriológica, assim como
técnicas de ocultamento e construção de
abrigos.
Mas o Soldatenbusch não é apenas um manual
militar. Trata-se de algo mais profundo que
podemos definir como um "Manual do
Cidadão". Lá, ao lado de uma sinopse da
história do país, o soldado encontrará
capítulos mostrando a importância da
democracia, a importância da participação do
soldado nos plebiscitos comunais, e a
importância de sua arma na defesa desses
valores.
Folheando o Soldatenbusch percebe-se que os
princípios democráticos estão firmemente
arraigados na população. Num país onde o povo
é armado não pode haver outra forma de governo
que não seja democrático. Entende-se porque as
instituições funcionam e porque existe respeito
entre os cidadãos. A outra opção é o banho de
sangue. |
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